<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154</id><updated>2012-02-08T18:56:58.068-02:00</updated><title type='text'>Avulso.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>216</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1945224168749103957</id><published>2012-01-25T01:50:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T01:50:30.483-02:00</updated><title type='text'>como um tralalala</title><content type='html'>um estalo seco, quase surdo, aí sinto o coração apertado. não consigo mais mover as pernas pra correr como o resto do mundo por aí, sabe, abaixando-se e jogando-se no chão. é bem estranho, naquele dia, eu tava no ônibus e eu não consegui me proteger, eu sempre me protejo das pessoas... mas dessa arma eu não consigo. estalo seco. seco. seco. seco. ecoa na minha cabeça.&lt;br /&gt;give my gun when it's loaded&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;prefiro deixar isso de lado, tantos dias passaram-se e eu mal pude respirar. E tem esse cara cantando aqui, já viu né, perdi todos os pensamentos, talvez essa coisa louca de ter muito na cabeça e pouco pra falar. mas eu nem quero dizer tanto assim, não quero mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas não era nada disso, era sobre como eu não me protegi. tá vendo só? você riu de mim, quando eu cuspi todo o suco de maracujá e saiu pelo nariz e aí eu não entendi nada, arranquei teu rosto e meti o pé dali. mas depois mudou tudo, fiquei desarmada e desfragmentada. não consigo escrever mais. você roubou isso, como pôde, ladrão de palavras? e essas mesmas palavras que você usa tão bem, mas tão bem!, que eu fico que nem pato na lagoa, quack quack quack, nada que eu não goste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me recordo da praia, quente, areia, mar, mas o mar não é a coisa mais linda que você já viu? agora, me dá um beijo de mar salgado e depois vai embora, como se fosse justo o preço que eu pago depois, é muito caro, é muito caro, é um soco no peito. a gente taí sangrando pelos olhos, por causa de tudo isso. são as desconexões que criam o problema, quando deveriam existir apenas as conexões, seja de avião, seja pela internet, seja porque deus quis e se deus quer a gente aceita, porque deus é deus e a gente é a gente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1945224168749103957?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1945224168749103957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1945224168749103957&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1945224168749103957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1945224168749103957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2012/01/como-um-tralalala.html' title='como um tralalala'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4969652825368693902</id><published>2012-01-09T16:51:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T16:51:00.719-02:00</updated><title type='text'>então</title><content type='html'>acordei hoje e meu peito inflamava pra fora(dentro) de mim, sentia o peso do mundo e toda a minha volta gritar sobre meu corpo. a verdade era que meus sonhos me atormentavam de tal maneira que era necessário meu corpo criar algum dispositivo que me acordasse, porque eu não aguentava mais. e também sei que eu sonho porque eu não cicatrizei a ferida, sabe? A gente sonha porque ainda não afundou as coisas num lugar tão profundo, tão escuro que a gente possa viver e fingir que está tudo bem. Um exemplo melhor disso é quando, um belo dia, seu calcanhar dói, dói de tal maneira que por mais que você tente mudar de posição, colocar o pé pro alto, pra baixo, pra esquerda, pra direita e nada, não para de doer e então você pega o seu pé e olha, é como se houvesse sangue roxo por dentro e uma ferida em forma de I, talvez o problema de Aquiles não seja o calcanhar, talvez seja uma cicatriz que ele não curou a tempo e que a flecha veio justamente bater ali, porque os sábios andam dizendo que a vida não é justa e que às vezes você não colhe o que planta, e acho que é bem assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e agora eu quebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é como se eu olhasse pra aquela parede torta, e visse um reflexo do meu corpo quebrado, e aí eu peguei teu caderno e li:&lt;i&gt; "Toda vez que lembro do corpo dela, é como se eu estivesse de frente pra uma parede torta que logo vai cair, porque&amp;nbsp;não&amp;nbsp;aguenta&amp;nbsp;o próprio peso do corpo, é assim que eu a vejo. Ela se contorce, a coluna curvada, o corpo magro, mas o pior não era a sua doença. Era que eu gostava de vê-la magra e, ao mesmo tempo, quebrável, retorcida."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;eu sabia que era pra mim. Tive vontade de chorar e quebrar teu rosto, a forma que você fala, é como se eu fosse... não sei bem explicar, mas tá vendo aí, está vendo bem? Isso é uma falta de respeito. Mas o que eu fiz? Enfiei o caderno no mesmo lugar, peguei minha bolsa e sumi da tua vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4969652825368693902?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4969652825368693902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4969652825368693902&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4969652825368693902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4969652825368693902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2012/01/entao.html' title='então'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8377939615146960156</id><published>2011-11-24T22:58:00.000-02:00</published><updated>2011-11-24T22:58:32.857-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>sempre digo: ah, vou ler o seu texto, porque é seu texto. acho uma maldade não ler seu texto. então, eu me sento durante horas e horas, penso bastante, vou até teu link e começo a ler, paro. Acho tudo uma merda. Penso: não posso ser assim. Eu preciso ser mais humilde.&lt;br /&gt;Releio. Continuo achando uma merda. Não sinto nada ao ver tuas palavras, elas não se conectam, formam-se do nada,&amp;nbsp;destroem-se no nada, morrem e eu continuo fumando aqui para decidir no final, fechar a página.&lt;br /&gt;Levanto da cadeira, ando pela sala, volto, não, não, não. Eu vou ler de verdade, vai que você tem alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você simplesmente não tem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vou ler você bêbada, assim como eu fazia como Bukowski. Não era como se eu não entendesse o que você escreve, eu simplesmente acho ruim, vazio, como beber água sem vontade, mas... juro. não me leve a mal.&lt;br /&gt;Talvez essa seja minha carta sincera para você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8377939615146960156?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8377939615146960156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8377939615146960156&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8377939615146960156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8377939615146960156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/11/sempre-digo-ah-vou-ler-o-seu-texto.html' title=''/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2553610151033799594</id><published>2011-11-23T00:26:00.000-02:00</published><updated>2011-11-23T00:26:50.044-02:00</updated><title type='text'>você esqueceu mesmo.</title><content type='html'>o teu amigo escrevia como o Bob Dylan, eu podia sentir as palavras dele em canções e quando ele dizia: baby, you're gonna miss that plane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;masporra! não era Bob Dylan. Era algum outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2553610151033799594?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2553610151033799594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2553610151033799594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2553610151033799594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2553610151033799594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/11/voce-esqueceu-mesmo.html' title='você esqueceu mesmo.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2783930791986299950</id><published>2011-11-23T00:11:00.000-02:00</published><updated>2011-11-23T00:11:40.911-02:00</updated><title type='text'>e o que eu tinha para dizer:</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2783930791986299950?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2783930791986299950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2783930791986299950&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2783930791986299950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2783930791986299950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/11/e-o-que-eu-tinha-para-dizer.html' title='e o que eu tinha para dizer:'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4993545629503976168</id><published>2011-11-17T22:23:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T22:23:41.987-02:00</updated><title type='text'>a letter to elisa.</title><content type='html'>&lt;div&gt;Talvez o início seja um sonho, talvez seja o mero contato entre ambos. Eu realmente não sei, mas ainda sonho com a tua música.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;era uma garota de poucas maneiras, tinha mãos suaves que escorriam por entre as dobras duras e brancas do piano, enquanto tocava coisas que eu mal sabia falar na época, como Tchaikovsky ou aquele outro Bach, Mozart, &amp;nbsp;Satie, Chopin? Sentia-me nada mais que um jovem com jeans rasgado, blusa de banda de rock que ficava a observar. Lembro bem perfeitamente da primeira vez que a vi, entre as sombras e luz, todo o truque barroco e ela estava ali, imóvel, pequena entre o contraste observando Cristo na cruz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que eu devia ser o Cristo, enquanto ela me apunhalava com olhos e expressões. Então, ela virou-se ao perceber a minha presença um tanto quanto intimidadora ou mesmo feia e disse:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Bonito, não acha? Você mora aqui no Rio?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu não conheço nada por aqui, só a Tijuca, Leblon um pouquinho e Copa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Você mora onde?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Brasília&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na mesma hora, senti um fardo gigante como se eu tivesse carregando todo o céu de Brasília, todo aquele sol, todo aquele ar seco nos meus ombros. Acho que sacudi os ombros, mostrando que eu podia, de certa forma, carregar o fardo. Como sou homem neste momento, veja bem. Porque, bom, era bem claro que eu estava apaixonado por essa menina que eu mal conhecia. Eu tenho aquele problema de me apaixonar fácil por estranhas, e ela era uma estranha legal. Então, resolvi perguntar o que ela já conhecia do Rio, porque eu, como bom morador, decidi dizer que a cidade era muito bonita. Pela primeira vez, era muito bonita. Depois, cinza.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Saímos da Igreja, andamos toda aquela parte do porto ali até encontrar uma lojinha indiana, sempre detestei o cheiro, mas era algo diferente e excêntrico. Ela rodou, rodou, rodou a loja e encontrou o que queria: um elefante. Um elefante cinza com frufrus roxos e disse:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Acho que dá sorte. - e comprou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passamos a tarde inteira conversando sobre nada e sobre tudo. Mostrei todas as ruas feias e apertadas do Rio, todos os prédios antigos bonitos, pensei em até trabalhar no ramo do turismo depois ao descobrir que eu sabia tanto sobre a minha cidade, afinal, não é qualquer lugar, é um lugar muito bonito agora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tic tac, tic tac, ela me diz finalmente, infelizmente,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Bom, amiguinho, - primeiro, ela tira da bolsa o elefante, segura entre seus dedos e continua:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu gosto muito de elefantes. E você sempre pode lembrar de mim. - pego o presente e guardo no bolso da frente, enquanto ela prossegue:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Agora, eu tenho que ir. Adieu. - ganho um beijinho na bochecha e a vejo indo embora... da mesma forma que chegou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Au revoir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda ando pelas mesmas ruas apertadas feias e, principalmente, cinzas com um elefante com frufrus roxo dentro do bolso. Talvez dê sorte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse texto é pra Elisa Naufel. De presente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4993545629503976168?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4993545629503976168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4993545629503976168&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4993545629503976168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4993545629503976168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/11/letter-to-elisa.html' title='a letter to elisa.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6428740051142741299</id><published>2011-09-18T11:45:00.002-03:00</published><updated>2011-09-18T11:45:23.633-03:00</updated><title type='text'>sem título.</title><content type='html'>Um dia, eu acordei e lavei meu rosto, água fria aliviando o sono e, pela primeira vez em anos, olhei no espelho e percebi as enormes marcas do tempo e elas me incomodavam. Delimitavam cada dor, cada sorriso, cada raiva e eu comecei a ter tanta raiva. Coisa frequente quando eu parava para ver meu rosto. No entanto, hoje era diferente, hoje eu mudei a forma de me ver. Primeiro, encostei-me à parede e sussurrei coisas sem sentido, minha respiração que agora é um vulcão expelindo larva, porque eu já sabia o que eu faria, eu sempre soube o que eu faria. E eu só tive certeza ao ver meu reflexo machucado no espelho. No final, a gente só cura o machucado com algo mais profundo.&lt;br /&gt;Comecei arranhando meu rosto delicadamente, como se eu tivesse pena de destruir minha juventude, como se eu tivesse pena de apagar, mas eu não tinha. E eu lembrei, eu me lembrei de tudo. De como eu odiava o que aconteceu, de como eu não aceito, de como eu não consigo esquecer, de como eu lembro quando ele me tocou, de como eu me lembro das brigas, de como eu lembro que ele não pegou na minha mão, de como eu lembro que eu a odeio, de como eu me odeio, de como eu choro, de como eu sinto e quando eu já estava cansada de lembrar de tudo e meu corpo também estava. Eu retirei minhas roupas, ficando completamente nua e fui para o espelho maior, desses que você pode ver seu corpo inteiro, e eu me vi. Eu pude sorrir e me abracei, apesar da latente dor. O sangue que escorria pelo meu corpo inteiro, no meu rosto agora em chamas, nos meus braços agora em carne viva... e agora é preciso cicatrizar tudo. Entrei no banho, a água quente queimando mais ainda todos os arranhões, as feridas abertas e eu chorávamos, choravam tanto de dor, porque só agora, de verdade, eu sentia a minha dor. Só agora eu poderia apagar tudo aquilo que durante anos eu prendo dentro de mim. E só assim eu poderia deixar tudo ir embora, tudo queimar, porque já não me importava mais. A única coisa que me importa agora sou eu, ninguém mais faz diferença, agora vou cuidar de mim.&lt;br /&gt;Olhei minhas unhas, apesar de já tê-las lavado umas três vezes, enfiando sabonete no lugar do sangue coagulado, ele ainda continuava lá. As unhas não estavam grandes, mas tinham feito um estrago e tanto. O sangue entre a unha e a pele só sairia com o tempo, então sequei meu corpo, joguei fora a toalha coberta em sangue e deitei, pude perceber que quanto mais meu corpo afundava-se no colchão, mais eu manchava com sangue. Decidi que não iria me importar com isso, talvez quando eu acordasse, talvez quando eu me importasse, mas nesse momento eu iria, finalmente, dormir.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6428740051142741299?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6428740051142741299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6428740051142741299&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6428740051142741299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6428740051142741299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/09/sem-titulo.html' title='sem título.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1972042112873656168</id><published>2011-08-09T22:55:00.006-03:00</published><updated>2011-08-10T07:49:51.876-03:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>Cansada, ela se jogou sobre cama que estava bagunçada e molhada. Tivera um dia cheio, fodida por uns seis caras, todos bastante carentes de qualquer espécie de afeto e coisas baixas. Ela odiava esse tipo de homem, porque ela bem sabia que todos tinham uma esposa em casa que o esperava com a comida pronta. E o que elas recebiam? A porra de um filho de puta que não consegue nem mais ser um marido. Não consegue nem mais deitar ao lado da esposa, seja por qualquer motivo, o mais comum era "o sentimento acabou". No início, ela conversava, tentava mudar a pessoa, como se ela pudesse fazer algo, como se pudesse ser a heroína de uma história que não existia. Com o tempo, percebeu apenas que todos queriam comer apenas a sua buceta porque eles não conseguiam olhar para esposa e também porque não a desejava mais.&amp;nbsp;Achava isso até normal, algumas mulheres depois que casam ganham peso e param de se cuidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todo mundo dizer que ela era suja. Ela sentia-se bem limpinha. Ela sempre tomava banho, depois que o cliente saia, esfregava-se fortemente em cada ponto que ele tinha tocado seu corpo, sua boca e seu cabelo. Cada banho tinha em média duas horas de duração. E era sempre bem quente, não importava o quão quente o dia estava, sua mãe dizia que água quente tira imperfeição das coisas sujas. E depois saia, vestia-se e fumava um pouco, olhando para a varanda. Adorava aquela vista, era tão... feia e, por isso, era acolhedora. As ruas apertadas, suadas se espreitavam, as pessoas vazias passavam, passavam, as mulheres feias carregando suas bolsas e seus filhos miseráveis, as mulheres arrumadas e frígidas, as mulheres como ela e depois ela via os homens: bonitos, arrumados, vazios, tarados, pedófilos, punheteiros&amp;nbsp;e porcos.&lt;br /&gt;De vez em quando, aparecia alguma companheira de trabalho, pedia um cigarro e elas fumavam juntas, enquanto conversavam sobre qualquer coisa, às vezes era o trabalho, alguns caras nojentos ou interessantes e costumavam terminar a conversa com risadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte do dia, era sozinha, não suportava ficar com todas elas, elas tinham dentes sujos, cabelos sujos e palhentos. Às vezes ela tinha vontade de vomitar de olhar para o resto delas. Ela era uma vadia hipócrita e ela cuspiu, quando pensou isso. Resolveu descer para rua, dar um passeio, alongar as pernas um pouco. Andou até uma pracinha que gostava de sentar e ver velhinhos jogar cartas, damas ou qualquer merda que tinha por ali. Comprou um derby vermelho também e suspirou, enquanto olhava o movimento daquele dia.&lt;br /&gt;Não tinha a menor ideia do que sentia no momento, isso a incomodava um pouco. Sentia seu peito apertar e relaxar, enquanto tragava... mas tinha algo mais. Pensou em ir ao médico e riu, ela nunca iria no médico, porque ela não se importava.&lt;br /&gt;Lembrou-se das vezes que foi visitar a família e eles disseram que iam a levar no médico, tinha sintomas estranhos e fortes. Como ela mesmo disse, às vezes não conseguia nem trabalhar, passava o dia "em casa", que na verdade, era a cama do puteiro, deitada e com fortes dores de cabeça, mas era coisa boba. Tomava umas cinco neosaldina&amp;nbsp;e alguns outros remédios e à noite, estava bem dopada o suficiente para não se importar ou lembrar. Para ela, era apenas ressaca. A eterna ressaca, o gosto amargo que não saia de sua boca e de seu coração, o coração aquele que não batia, aquele que não&amp;nbsp;doía, aquele que não estava ali para dar bom dia.&lt;br /&gt;O dia corria lentamente, passava tudo tão devagar, as pessoas se movimentavam devagar como se elas mesmas sentissem esse marasmo morto. Levantou-se vagarosamente, e quando costumava andar, recebia um "puta" como elogio ou assovios e dava sua cara a tapa pra todo mundo. Nunca deixou de dar, como se ela fosse chão que as pessoas pisam em cima. Não que importasse realmente, nada disso, ela apenas queria que alguém soubesse disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1972042112873656168?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1972042112873656168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1972042112873656168&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1972042112873656168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1972042112873656168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/08/blog-post.html' title='-'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1398826578545361034</id><published>2011-07-23T16:01:00.001-03:00</published><updated>2011-07-23T16:06:40.592-03:00</updated><title type='text'>ao relevo</title><content type='html'>remexo qualquer coisa entre buracos da minha cabeça, entre o&amp;nbsp;sótão&amp;nbsp;e a luz. minha cabeça é uma bagunça, como daquele dia que você tentou arrumar meu quarto, porque eu não simplesmente não conseguia. Não conseguia arranjar um lugar para começar, eu não sabia aonde colocaria as meias sujas, os papéis que eu escrevi e deixei amassado na mesa, as moedas que estavam pelo chão que caiam dos meus bolsos e os papéis avulsos que eu pegava na rua e não conseguia jogar fora. lembro que você teve raiva do meu jeito de deixar as coisas, meu jeito sujo, você me repudiou e eu sorri, porque eu sempre fui suja. não era mentira pra você em nenhum momento. e aí eu lembro de tragar você pra sujeira, enquanto você passava esponja fortemente nos seus braços, tentando limpar qualquer vestígio daquilo que eu deixei em você. de como você limpava sua boca, de como você tomava banho. e de como você me dava banho. tentando limpar meu corpo, sem saber que minha sujeira é de alma. tá grudada. e aí eu te digo: você nunca me quis, porque você nunca me conheceu.&lt;br /&gt;mas deixo passar. nada é demais que a gente não deixe passar. nada é forte que abale. nada. nada. nada. nada. nada. nada. nada. nada. nada. nada.&lt;br /&gt;eu nado por aí me sujando agora. antes, quando te conheci, tentei me limpar, tentei parar de me deixar tragar e ser tragada. agora, vê bem, veja assim como eu vejo o pôr-do-sol nessa tarde, eu estou sendo tragada. meu lugar é embriagada ao mar, entregue ao relevo. e eu nem sei por que digo essas palavras avulsas pro seu coração de alvejante, porque você é aqueles produtos que a limpam no momento que a gente suja.&lt;br /&gt;cansei de dizer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1398826578545361034?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1398826578545361034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1398826578545361034&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1398826578545361034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1398826578545361034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/07/ao-relevo.html' title='ao relevo'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3380170267138666991</id><published>2011-07-22T00:53:00.000-03:00</published><updated>2011-07-22T00:53:59.735-03:00</updated><title type='text'>sobre algo entre um meio e talvez um fim.</title><content type='html'>- então, nada do que você me disse é verdade?&lt;br /&gt;- não exatamente. - o silêncio relampiou por horas profundas, enquanto eles se olhavam sem saber muito o por quê. Mas, a manutenção do olhar era essencial. Ela passou o seu colírio e ele desviou.&lt;br /&gt;A reposta que ela tinha dado era vaga demais e, nada poderia ser concluído. Essa incerteza o incomodava. Ele tinha vindo para um resposta, não queria sair de lá com a cara de uma interrogação estampada como um cocô de pombo que cai em você sem querer, por que afinal, quem quer um cocô de pombo?&lt;br /&gt;- Então... me explica o que quer dizer "não exatamente". - ele disse, tomando o primeiro passo que era para ser o final. Ele não pretendia falar.&lt;br /&gt;A garota saiu andando, passos pequenos, meio tortos, meio descontentes, meio... femininos e ele a observava. Ela virou, encarando-o, sem dizer uma palavra, sem mexer os lábios, sem mover qualquer parte de seu corpo para iniciar uma resposta. Ele abaixava a cabeça e, suspirava.&lt;br /&gt;- Odeio esses suspiros, me deixam impaciente, nervosa! Eu não sei porque disse não exatamente. Mas, disse porque eu quis e, porque eu acho que não quis dizer de fato tudo aquilo que eu disse para você. Mas concordo que preciso rever antes de sair dizendo o que acho sobre tudo. É um defeito, eu sei. Eu sei. Mas é um vício, é uma droga. Fui muito mal-criada minha vida inteira. É por isso, por isso. Mas também é muito fácil pôr a culpa em alguém agora, justo agora, enfim... preciso concentrar, tô falando um monte de baboseiras e eu sei que você quer uma definição. Eu também quero. Mas tenho problema com definições. - e aí parou, sem mais. Ficou parada, ainda, em pé. Olhando acima das árvores que sombreavam o lugar. E voltou a dizer:&lt;br /&gt;- Quente hoje, né.&lt;br /&gt;- É verdade. Parece que cada vez fica pior. Cada semana. Cada mês. Cada ano. - ele bateu levemente o tênis no chão, isso era impaciência.&lt;br /&gt;- Mamãe me trouxe um gato novo, sabia?&lt;br /&gt;- Outro?&lt;br /&gt;- Sim, é lindo!&lt;br /&gt;- Quantos vocês já tem mesmo?&lt;br /&gt;- 15.&lt;br /&gt;- Como vocês aguentam?&lt;br /&gt;- Eles são fáceis de cuidar. -...- Você ainda vai para Campos?&lt;br /&gt;- Sim. No final desse ano.&lt;br /&gt;- Quanto tempo?&lt;br /&gt;- Acho que um mês. -...- Por quê?&lt;br /&gt;- Curiosidade. - ela disso meio que ao nada, mexeu nos cabelos castanhos-esverdiados, devido ao brilho do sol que transpassava suas mexas. Ele sorriu. Mas não se levantou.&lt;br /&gt;(Ela queria sentar. Suas pernas doíam. Mas tinha uma tensão tão grande de ir lá e sentar, porque ela não sabia. Não queria, porque ela tinha medo dele.)&lt;br /&gt;- Pronto, é isso. - ela disse por fim.&lt;br /&gt;- O quê?&lt;br /&gt;- Vou embora.&lt;br /&gt;- Você decidiu então que você não quer mais?&lt;br /&gt;- Decidi nada. Não quero decidir. Estou cansada.&lt;br /&gt;- Ora, como você é mimada.&lt;br /&gt;- Pois sou.&lt;br /&gt;- Trouxe isso pra você. - entregou um presente meio amassado, parecia que estava ali há uma semana no bolso, ela sorriu meio sem graça e dizendo:&lt;br /&gt;- Brigada, mas não precisava. Isso foi uma tentativa de me fazer ficar?&lt;br /&gt;- Não. Eu sei que você não ia embora. Você quer me dizer e vai me dizer.&lt;br /&gt;- Pois então, vou. Olha, - ela senta-se finalmente, meio distanciada, meio oprimida, meio temerosa. - você é meio chato. Você é muito cheio de merdinha. Isso me irrita. Eu salvo aqui que você é bonito, elegante, inteligente e bláblá. Mas, eu até que gosto de você. -...- eu não sirvo para isso.&lt;br /&gt;- Para isso o quê?&lt;br /&gt;- De gostar.&lt;br /&gt;- Você parece uma menina de 15 anos. - ele disse, então ela parou e teve vontade de bater tão forte nele só para ele retirar que ela era imatura, porque todos sabem que ela não é, ela não quer dizer. Depois da pausa, ela chutou o ar, olhou para o céu e finalmente disse:&lt;br /&gt;- Trouxe isso aqui pra você. - ela retira da bolsa, um presente embrulhado que era bem maior que ela recebeu e um bilhetinho. Ele aceitou e guardou. - De qualquer forma, não.&lt;br /&gt;- Tudo bem. Eu respeito isso. Vamos?&lt;br /&gt;Ela percebeu que ele tinha desistido. E ela não. Mas sorriu. E andaram juntos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3380170267138666991?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3380170267138666991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3380170267138666991&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3380170267138666991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3380170267138666991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/07/sobre-algo-entre-um-meio-e-talvez-um.html' title='sobre algo entre um meio e talvez um fim.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7017705788858311227</id><published>2011-07-22T00:45:00.000-03:00</published><updated>2011-07-22T00:45:01.538-03:00</updated><title type='text'>texto perdido.</title><content type='html'>meus pronomes relativos vivem se entregando por aí, vivem de bar em bar, querendo sempre dizer: "Não, não é bem assim. É tudo muito relativo."&lt;br /&gt;e meus pronomes possessivos vivem lendo a M.A.D. (mad for sure). &lt;br /&gt;Ouço cantigas de dormir de um senhor que anda pelo mundo afora e acha que entende do mundo. Sou ninguém, vivo me neutralizando por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De par em par, sigo meu caminho... sem viver às custas de nenhum purista que queira entrar pelo meu caminho.&lt;br /&gt;Já disse? Concordo com o que quisere. Pois sou fácil, assim como 1 e 1 é 11.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7017705788858311227?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7017705788858311227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7017705788858311227&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7017705788858311227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7017705788858311227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/07/texto-perdido.html' title='texto perdido.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4165980960802772756</id><published>2011-07-22T00:36:00.000-03:00</published><updated>2011-07-22T00:36:25.350-03:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>Ela tinha mãos longas, finas, pontudas na ponta. Elas deslizam rápido e sem pestanejar enquanto corriam fazendo tlec tlec tlec, milhões de palavras, milhões de pontos e tudo aquilo preso por entre as mãos. corriam soltas... ela tinha que dizer, como se fosse um vômito, sempre sai.&lt;br /&gt;palmas ao mundo, mais um vencedor. mais um ganhador. mais um. mas você não é nada, você não passa de pó. de cisco diante ao mundo ao redor... diante das pessoas. e você nunca será ninguém. você nunca conseguirá respirar, você nunca conseguirá. e aí fuma todas as possibilidades de ser, tragando para dentro do pulmão, o menor rastro daquilo que você perdeu, mas, na verdade, você nunca teve.&lt;br /&gt;você nunca teve nada, você nunca abraçou alguém, você nunca teve algo inteiramente seu. nem a sua vida, essa coisa nojenta que você carrega abraçada ao peito é sua. vê?&lt;br /&gt;você só é aquilo que o mundo nunca viu.&lt;br /&gt;por debaixo das cobertas, são sonhos. há castelos, há fadas, todos pesadelos quando você descobre que nunca poderá tocá-los.&lt;br /&gt;e você não respira mais. Você prende e soca pra dentro tudo aquilo que um dia você sentiu, você se perde numa imensidão, você se afoga.&lt;br /&gt;não há nada pior que isso. você morreu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4165980960802772756?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4165980960802772756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4165980960802772756&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4165980960802772756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4165980960802772756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/07/blog-post.html' title='-'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2526573999767422466</id><published>2011-07-19T12:31:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T12:31:04.613-03:00</updated><title type='text'>algum choro preso debaixo do travesseiro.</title><content type='html'>as palavras que antes eram prendidas em seus bolsos. quando a chuva a molhava, ela apertava e colocava ao peito para proteger, para zelar, sem saber que a quimera iria tão desaparecer ao pequeno toque de uma mão. de uma outra mão. ela tinha tantas sonhos! ela tinha certezas. agora, ela andava andava andava andava andava andava e andou por aí.&lt;br /&gt;o sonho morreu em seus braços e, de uma forma irônica, ela estava abraçando(querendo) abraçar a morte. em suas palavras, no seu jeito quase morto, no seu jeito tão... ela sempre quis.&lt;br /&gt;não muda nada. não vê?&lt;br /&gt;as palavras corriam presas, afundadas entre seus olhos cheios de maresia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2526573999767422466?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2526573999767422466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2526573999767422466&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2526573999767422466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2526573999767422466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/07/algum-choro-preso-debaixo-do.html' title='algum choro preso debaixo do travesseiro.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5797868825266058393</id><published>2011-06-27T18:43:00.000-03:00</published><updated>2011-06-27T18:43:22.152-03:00</updated><title type='text'>Bobeiras novas, (duradouras?)</title><content type='html'>Então, estou "atualizando". Eu meio que criei um blog "novo" para expor qualquer coisa que eu estiver afim, é um blog simplesmente pessoal. Eu me recuso fortemente a escrever qualquer coisa diretamente pessoal aqui, eu simplesmente sinto que aqui não é pra isso. É aquela mesma sensação, você tem um amigo. Legal. Tem coisas que você &amp;nbsp;nunca vai contar pra ele, porque simplesmente não se conta qualquer coisa pra ele. A gente sempre seleciona as coisas da vida. E eu resolvi fazer o mesmo, porque eu preciso de algum espaço on-line pra surtar, visto a enorme quantidade de blogs que vivo largando, tirando esse que é de textos, por isso esse blog é diferente de outros. Eu não o larguei e nem irei. Enfim...&lt;br /&gt;Eu deixo aqui o endereço:&amp;nbsp;&lt;a href="http://recortevivo.blogspot.com/"&gt;http://recortevivo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Visitem \o/ favoritem e talz. Mas eu não garanto atualizações diárias. Nem nesse eu consigo, por sinal, desculpe a ausência de textos. A Criação está dando um passeio pelo Mundo das Fadas e me deixou sozinha, deve ser por isso que estou tão doente. &lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;Criação, por favor, volte. Eu preciso de você. Desculpe se te magoei.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Ok, parei por aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5797868825266058393?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5797868825266058393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5797868825266058393&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5797868825266058393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5797868825266058393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/06/bobeiras-novas-duradouras.html' title='Bobeiras novas, (duradouras?)'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6219434713433606474</id><published>2011-06-02T14:32:00.000-03:00</published><updated>2011-06-02T14:32:04.948-03:00</updated><title type='text'>As I ran to...</title><content type='html'>the water takes your pain away.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6219434713433606474?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6219434713433606474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6219434713433606474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6219434713433606474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6219434713433606474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/06/as-i-ran-to.html' title='As I ran to...'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7865376787846531042</id><published>2011-04-19T21:58:00.002-03:00</published><updated>2011-04-29T21:50:11.756-03:00</updated><title type='text'>E era uma mulher sem nenhuma ambição</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;E eu era a mulher sem nenhuma ambição. Quando eu era pequena, lembro-me de ter algum sonho de criança, mas não consigo recordar: médica, dentista, pediatra, veterinária, dona de casa? Olhei ao meu redor, peguei meu pé e o massageei. E daí então olhei para a janela e realmente não consegui recordar por que nunca lembrei(!) de algum sonho pueril. E assim, percebi que não conseguia lembrar de qualquer coisa que esteja relacionado com a minha infância, se tinha me apaixonado, se tinha chorado, se tive amigos, se beijei algum menino, com quantos anos aprendi a andar de bicicleta, minha infância era uma página em branco. Um enigma. Olhei-me no espelho, encostei nos meus cabelos meio grisalhos, aquela massa castanha-cinzenta que pairava na minha cabeça. Eu também não recordava que cor eram os meus cabelos na infância, agora o ciclo de vida capilar esgotava-se cada vez mais, diminuindo assim o brilho. As velhas amigas pintavam e, quase me obrigavam a pintá-los, mas gostava, dava-me a aparência de senhora séria e respeitável que sempre almejei. Neste ponto, vejo que almejei algo realmente, ter cabelos grisalhos, ser séria e respeitável... pois então, antes não era? Os cabelos eram curtos e ralos...mas recusava a pintar, porque recusava ignorar o fato que envelhecia, envelhecer era para mim, agora, natural. Essas mesmas amigas soam um tanto desesperadas para voltar, para obter de volta um tempo perdido no espaço, na memória e, não é bem isso que quero. Não quero voltar atrás ou retomar o passado, porque não há razão e, de fato, não lembro de tanta coisa, de muita coisa. Recordo-me agora quando fui adolescente, era desesperada para sempre ter aquele rosto macio, liso e delicado que tinha. As minhas mãos tão firmes e saudáveis, belas. Hoje, resta uma lembrança delas. Aceito-as. Não questiono as coisas que me acontecem, desisti de entender um porquê, não consigo tomar à memória quando desisti de dar sentido a minha vida e, quero dizer isso sem magoas. Nunca as tive a partir de então. Lembro-me que gostava de lecionar, era algo produtivo que dava prazer. Ultimamente, é tão difícil dar aulas, vejo no jornal... mas recordo de alguns alunos simpáticos ou que até mesmo gostavam de mim, acho que era uma espécie de respeito, pois um tanto quanto embaçada, porque não me lembrava de absolutamente nada. &amp;nbsp;Do meu rosto ou das minhas mãos, dos meus cabelos, dos meus olhos, da sala, de nada. As coisas vinham em pequenas gotas de água caindo na palma da mão, poucas e pausadas, quando está prestes para cair um temporal (e meu temporal que nunca veio).&lt;br /&gt;Então, olhei as minhas mãos, cheias de rugas, envelhecidas, cansadas, um tanto doloridas,... eu escrevia um livro quando me perdi. Não obstante, não recordo a história, nem fatos, nem aonde escrevia. Sentei-me para procurar na internet, doenças de esquecimento, a primeira era alzheimer, mas qualquer coisa nos sintomas não me cheiravam a alzheimer. Era algo desconhecido. De fato, eu nunca tinha parado para pensar sobre a minha vida passada até o momento que me vi escrevendo...&lt;br /&gt;e sobre o quê estava a escrever? Abri os arquivos recentes e, era sobre uma mulher de meia idade que vê seu casamento indo água-baixo. Interessante. Era uma metáfora sobre eu mesma? Como é o rosto do meu marido? Está vivo? Não sei a resposta dessas perguntas, ando pela casa à procura de qualquer poeira de informação, um papel na geladeira que diga algo, ”fui à padaria, já volto”, nada. Vejo pelas fotos que éramos felizes ou parecíamos? É necessário sorrir em fotos, branco, branco, branco, branco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há crianças nas fotos, suponho que sejam meus filhos, toquei meu útero, ainda o tinha? É fato que algumas mulheres o tiram, senti um vazio no peito. Eu simplesmente não tenho uma informação tão delicada, tão penetrante, tão... minha. Começo a chorar desesperadamente. Fiquei jogada no chão da sala com todos os álbuns da casa, apertando-os ao peito e nada, nada, nada, nada, nada. Desisto de me perder nessa ausência e volto de onde parei, Era só uma história, afinal?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tenho as unhas pintadas. De rosa claro. Canso-me, ando um pouco pela casa que conheço bem e, vou até o meu quarto. Aliso a colcha macia que me convida para dormir, estou tão cansada...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7865376787846531042?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7865376787846531042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7865376787846531042&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7865376787846531042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7865376787846531042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/04/e-era-uma-mulher-sem-nenhuma-ambicao.html' title='E era uma mulher sem nenhuma ambição'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1775532174425486906</id><published>2011-03-19T00:05:00.001-03:00</published><updated>2011-03-19T00:06:05.512-03:00</updated><title type='text'>e o que eu tinha para dizer:</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 12px; white-space: pre-wrap;"&gt;eu(e interminavelmente eu) grito que te quero(objeto indireto) de forma dolorida e única. Não te quero(direto) como quero você, mas quero unicamente a você. E eu não preciso de uma língua exata para tal expressão. Meus pulsos querem você, a cada sílaba. E da necessidade que se torna medo. Mas, não um medo comum, meu medo é meu medo, unicamente meu. E eu não tenho desejo te compartilhar, pois meu querer é, de forma uniforme, parte do meu interior que quer você. Abraço a mim, abraçando você e... estou de alguma forma bem. Dos pulmões saem a dor. (explosão) &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lembra que eu te disse que explodo?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1775532174425486906?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1775532174425486906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1775532174425486906&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1775532174425486906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1775532174425486906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/03/e-o-que-eu-tinha-para-dizer.html' title='e o que eu tinha para dizer:'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5057529699969646503</id><published>2011-03-18T23:48:00.004-03:00</published><updated>2011-03-19T22:41:11.409-03:00</updated><title type='text'>Entre os lençóis e os olhares</title><content type='html'>Era talvez tudo o que eu precisava naquele momento: palavras pequenas reduzidas à pó, devido a pouca vontade de falar, a pouca vontade de me olhar nos olhos. Mas percebo agora neste momento em que penso sobre o que acho, vejo que me enganei. Eu não queria aquelas mínimas palavras, aquela coisa gasta e sem sal que me dão no final do dia, eu queria o gozo de jubilo que se tem... e parei a observar o objeto(a pessoa?) de minha decepção e, não mais que isso, o meu amor. Admitia isso meio entre os dentes, custava-me&amp;nbsp; aceitar que ela era meu amor, portanto, utilizei de certos recursos de linguagem para evitar qualquer coisa próxima de "amor". &lt;br /&gt;Ela sorriu meio que para cessar o silêncio que dormia no quarto, sem entender perguntei: &lt;br /&gt;- O que é tão engraçado?&lt;br /&gt;- Não sei, sorri apenas. Talvez para evitar os monstros, quando era pequena, mamãe me dizia que sempre quando eu estiver com medo, sorrir, porque é como se um sol estivesse brilhando e todo mundo sabe que os monstros e coisas ruins odeiam sol. - ri dessa história talvez pela inocência presente.&lt;br /&gt;- E você tinha medo de quê?&lt;br /&gt;- Do silêncio... entre nós. - a menina disse isso baixo meio que para si mesma, fingindo que não tinha sido ouvida, ela sentou-se na cama, ajeitou os cabelos castanho-claros e me olhou no olhos como se esperasse algo.&lt;br /&gt;- Semana passada, eu li uma coisa muito engraçada na MAD... sabe, mas não lembro o que era... peraí! Vou lembrar... - vasculho na minha mente qualquer coisa que tenha lido na MAD há... deixa eu ver... 300 anos atrás? Puxavida, eu não leio há MAD há tanto tempo asim... Desisto e, por fim, digo:&lt;br /&gt;- Não lembro mesmo.&lt;br /&gt;- Pois eu lembro! - assustei-me, e levantei da cama como se precisasse procurar algo no armário, enquanto ela continuou: &lt;br /&gt;- Eu li numa revista qualquer que quando alguém tem algo para falar e não sabe o que dizer, sempre evita o assunto dizendo coisas sem sentido, como por exemplo: "Eu li uma coisa na MAD", mas fala sério, - disse a garota gargalhando, - quem ainda lê a MAD?&lt;br /&gt;Estou sem saída, mas de fato o que eu tinha para dizer? Fui no armário atrás das minhas coisas, da minha MAD que era no momento contestada por aquela que sentava na minha cama, encarando-me com olhos de felina. Fiquei bastante feliz ao me dar conta que sim, eu ainda tinha uma MAD, mostrei-lhe a revista que logo foi replicada com:&lt;br /&gt;- de 1995? Aham, você anda é inventando demais. - Era necessário admitir estava vencido, ganhava um belo GAME OVER com um chute triplo e bláblá. Por isso, recolhi toda a vingança de todas as minhas MADs já lidas e fiz cosquinha naquela gatinha que ronronava pela cama. &lt;br /&gt;Eu não lembro do resto do dia, mas passou e tenho que dizer, quando ela disse:&lt;br /&gt;- Você realmente não vai me contar nada o que passava na sua cabeça quando ficamos naquele silêncio assustador? - e eu sem pensar disse:&lt;br /&gt;- Não. - os olhos dela amoleceram como naquela história da bruxa que pede abrigo e é negado. Para evitar qualquer discussão posterior, eu tive que prosseguir: &lt;br /&gt;- Você é muito curiosa, eu só estava perdido nos pensamentos... - quando, de fato, queria dizer: só pensei em quanto estava com medo de alguma coisa que ainda nem me entreguei por completo. Mas soaria um tanto bobo e, porque assim era mesmo. Ela não acreditou e tentou enrolar um assunto num outro, querendo retirar qualquer informação que indicasse o que eu pensava, não sei porque incomodou tanto um silêncio, coisa boba, fiquei assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos nos aproximando de um adeus cada vez mais próximo, quando ela finalmente desistiu. Devo dizer que fiquei feliz, já não estava mais aguentando tantas voltas e coisas assim, redomoinhos, ela calou-se&amp;nbsp; meio magoada. Deixei estar, não havia nada que podia fazer agora. Passamos o tempo sem dizer qualquer palavra, apenas observando os ônibus passarem e passarem até chegar o seu ônibus e, ela entrou, despediu-se educadamente com polidez, achei que merecia um beijinho, mas tudo bem. &lt;br /&gt;E voltei para casa, devo dizer: encontrei o que tinha esquecido, era uma lembrancinha, uma coisa qualquer, que eu tinha comprado um cordão e nada mais. Peguei-o dentro da caixinha, fiquei olhando... enquanto caia um pingo de chuva bem em cima dos olhos, mas de fato, não sei de quem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5057529699969646503?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5057529699969646503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5057529699969646503&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5057529699969646503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5057529699969646503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/03/entre-os-lencois-e-os-olhares.html' title='Entre os lençóis e os olhares'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7632609981043941238</id><published>2011-02-14T00:21:00.000-02:00</published><updated>2011-02-14T00:21:40.470-02:00</updated><title type='text'>Delirium</title><content type='html'>sou mentirosa,&lt;br /&gt;- mas veja lá, viu.&lt;br /&gt;repito: sou mentirosa.&lt;br /&gt;talvez seja essa ladainha que escrevo que seja a mentira,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; invento em tudo, em mim, neles, nas músicas, na vida, cotidiano.&lt;br /&gt;mas veja lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu não vejo.&lt;br /&gt;poeta é bicho isolado,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas 79818627861 não era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;digo entre faíscas, farsa.&lt;br /&gt;(apenas um artificio para desmentir o que digo, não sei bem, na verdade.)&lt;br /&gt;ando por aí a mentir, &lt;i&gt;vida breve, vida linda, vida vida vida vida vida vida vida&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;vi_da.&lt;br /&gt;dá mas tira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;perco as linhas, as métricas, os compassos, perco... a poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Termino aqui. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7632609981043941238?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7632609981043941238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7632609981043941238&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7632609981043941238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7632609981043941238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/02/delirium.html' title='Delirium'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8366925978725308772</id><published>2011-02-06T20:31:00.001-02:00</published><updated>2011-02-06T20:32:20.270-02:00</updated><title type='text'>palavras-trocadas</title><content type='html'>pele&lt;br /&gt;escama&lt;br /&gt;desmembrar&lt;br /&gt;quebrar&lt;br /&gt;cortar&lt;br /&gt;repartir&lt;br /&gt;meio&lt;br /&gt;que sobra?&lt;br /&gt;arma&lt;br /&gt;ao pó e as&lt;br /&gt;lágrimas,&lt;br /&gt;e eu.&lt;br /&gt;membro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha uma idéia totalmente diferente para esse projeto de um texto, mas então resolvi escrever o que estava na minha mente e só estavam palavras soltas avulsas que eu catei, formou-se isso e eu gostei, por isso posto aqui. Talvez não seja necessário nenhuma explicação, é desnecessária, inválida e quebradiça.&lt;br /&gt;Mas eu gostei e vocês?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8366925978725308772?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8366925978725308772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8366925978725308772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8366925978725308772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8366925978725308772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/02/palavras-trocadas.html' title='palavras-trocadas'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5608828471054191944</id><published>2011-01-21T00:31:00.002-02:00</published><updated>2011-01-23T22:02:37.414-02:00</updated><title type='text'>Um batuque, nada mais.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Ih, xô! Sai com essa ideia pra lá, prefiro nem pensar ou acreditar nisso, sabe... - dizia isso quase como tentando se obrigar involuntariamente a acreditar que ainda era a mesma antes dele ou que ainda não se apaixonara por ele. E prosseguiu: - sabe, eu vou sair hoje. Quer ir comigo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas pra onde, sua louca? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, não sei! Para onde o vento me levar, soprando eu vou. - sua amiga deu altas gargalhadas, na verdade, sentia ódio quando sua amiga começava a dizer coisas do tipo &lt;i&gt;saídas do livro da clarice lispector.&lt;/i&gt; Bom, não é que ela não gostava da autora, mas simplesmente sentia sua pele arrepiar com essas ilusões ou esses devanios estúpidos. Sentindo culpa de pensar no quanto a queria dizer o que pensava, abraçou-a e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem, vou com você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu te amo. - a outra disse, e elas saíram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento estava meio parado, meio segunda-feira, sem querer voar muito. As duas mulheres olharam para o céu, o vestido de ambas voaram... uma delas disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, parece que vai chover, né? E agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ué, seguimos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A verdade é que nenhuma das duas queria seguir, era uma sexta-feira quente seca e vazia, mas o vento disse que a mandaria para algum lugar e era necessário crer, porque só assim se vivia as experiências da vida.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra amiga mais descrente, cansada e irritada, disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou para casa, me arrumo e te encontro. Estou cansada de ficar andando por aí igual barata tonta, pernas doem, viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como você reclama! Já que quer assim, tudo bem. Que horas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode ser às nove horas? Estarei pronto e irei pra tua casa, fique atenta, ouviu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nosssa, mas quanta reclamação. Ouvi, ouvi. Ouvi. - as duas seguiram uma para cada canto. Devo confessar que a sonhadora - resolver pôr esse nome para fazer um oposição sincera e delicada - Como já sabemos, uma era descrente e a outra, sonhadora. Apesar dessa grande diferença de caráter, as duas desde crianças não conseguiam se separar. Não existia ninguém no mundo capaz de separar um descrente um sonhador. E assim foi feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, às nove horas, a descrente estava pronta, arrumada, cheirosa, querendo curtir a noite, apressada, ansiosa, devo dizer. Por outro lado, a sonhadora ainda penteava-se delicadamente, cantando uma marcinha, um batuque, uma músiquinha... nossa, quanto estresse! Pensava esta moça percebendo o batuque acelerado e desenfreado dos pés da amiga, mas continuava e sem pressa, ia cantando: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sei que vou morrer não sei o dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levarei saudades da Maria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que vou morrer, não sei a hora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero morrer numa batucada de bamba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cadência bonita do samba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero morrer numa batucada de bamba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cadência bonita do samba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o meu nome ninguém vai jogar na lama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o dito popular: morre o homem e fica a fama&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrumou-se e saíram juntas, meio que mãos dadas. Ambas sorrindo. A noite estava quente, daqueles que deixam o corpo suado e brilhoso de suor. A pele morena das duas tinha, por isso,um brilho a mais, um quê a mais, o suor inflamava pelos corpos enquanto dançavam e se divertiam. Sem pensar nas preocupações, nas despesas, nos amores,nas mágoas, nas raivas, nas mentiras ditas, nas verdades frias e cruéis. É claro que a gente que é difícil esbarrar com conhecidos,mas de vez em quando nunca, acontece. A sonhadora no início dessa narrativa, como todos nós sabemos, dizia para si mesma que não queriaacreditar em falsas promessas de um certo alguém que não a queria, ou talvez não se importava o suficiente para ligar ou mandar um scrapbook, enfim, ela estava apaixonada. Também é um fato&lt;br /&gt;que a descrente sabia que estava e que ele era mau moço, digamos, não era moço de moça de família namorar. Não que isso também importasse para nenhuma delas. Elas queriam ser feliz. Mas, de fato,qualquer pessoa se importava com certos valores, olhadas severas e fuxicos por aí. Onde estava? Ah, sim, pois que me lembro agora, esse é um daqueles dias no meio do nunca entre suas brumas que duas pessoas conhecidas que simplesmente não gostariam de se ver, encontram-se. &lt;br /&gt;No suor, no meio de tanta gente, no meio de tanta confusão, dois olhos se batem, se esbarram, se socam e pedem para entrar, a sonhadora olhou com paixão nos olhos do mau caráter(colocarei aqui o nome que a descrente dava, pois acho um pouco justo, de qualquer forma). E ele retribuiu os olhos dela, apenas tirando o fato que era de desejo. A sonhadora não notou, isso é óbvio, a descrente a segurou e disse:&lt;br /&gt;- O que você me disse hoje?&lt;br /&gt;- Já nem sei, já nem sei, deixa eu ir... - e ela seguiu para um abraço aperto, cheio de gentileza, cheio de toques, segundas intenções declaradas e desejo. &lt;br /&gt;- Que acaso! Que confusão, né! Que sorte encontrar você aqui... nossa, mas como você tá linda nesse vestido, podia te levar para casa agora mesmo, sem nem pensar, puxa! &lt;br /&gt;- Então, me leva. - a sonhadora voltou apressada para amiga e disse: &lt;br /&gt;- Olha, viu.Ele me chamou para casa dele, acho que tava enganada, você fica chateada? - era quase impossível não estar chateada, mas era muito mais impossível dizer que sim. A vida manda a gente por caminhos e, é necessário seguir e quebrar a cara ou simplesmente aproveitar o máximo. E era isso que pensava a descrente e disse, com a maior sinceridade possível:&lt;br /&gt;- Claro que não, divirta-se, mas olhe lá, hein... &lt;br /&gt;- Pode deixar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite seguiu com tudo que já se esperava, a descrente aproveitou e acabou se esquecendo de que não era uma boa ideia a sonhadora ter saído com aquele diabo de homem. Mas, isso não importava agora, não iria adiantar ligar ou correr atrás. &lt;br /&gt;Por volta de cinco da manhã, a descrente pegava o ônibus de volta para sua casa, cansada, feliz, exausta, "é sempre assim, mas não posso reclamar." Adormeceu no ônibus, como era o costume, afinal essa vida não é mole não, ninguém aguenta muito tempo em pé. No meio do caminho, seu celular toca, já conhece o número e atende:&lt;br /&gt;- Oi, fala.&lt;br /&gt;- Vem cá me buscar, tô precisando.(pausa) Porra, você não sabe o que aconteceu, vem aqui me buscar, pelamor deus.&lt;br /&gt;- Tudo bem, onde você tá?&lt;br /&gt;- caralho, eu não sei. &lt;br /&gt;- Assim complica, olha e pergunta. (longa pausa)&lt;br /&gt;- Olha, eu descobri onde é, sabe aquele lugar que eu fazia curso de informática no grajaú? &lt;br /&gt;- Sei.&lt;br /&gt;- Então, é duas ruas à direita do prédio. Vem logo, ouviu.&lt;br /&gt;E nisso saiu dandada a descrente xingando os três mundos ou mais. Dizendo eu sabia, eu sabia que isso ia acontecer, ah! mas não é a primeira vez! Que merda.&lt;br /&gt;Encontrou a sonhadora numa padaria que acabara de abrir, comendo Sonho. (Que ironia.) quando a viu, abraçou enquanto a outra a abraçava de volta e chorando, disse:&lt;br /&gt;- Tomei a maior volta. Ele só me deixou sumida em algum lugar, já tava caída de bêbada, porra, viu. Mas... quer saber? Aprendi. Não saio mais com nenhum homem, ninguém presta. - a descrente deixando-se privar de alguns momentos de descrença, disse carinhosamente mas cheia de lição de moral:&lt;br /&gt;- Não fica assim, mas é bom que você aprendeu, sabe. Quando eu digo: não é bom. Não é bom, você precisa me ouvir. Eu devo ter algum sexto sentido, alguma coisa assim. Mas você sempre soube que nenhum homem presta e a gente se enfia porque quer, essa é a verdade. - depois de uma longa conversa, a sonhadora disse:&lt;br /&gt;- Toma um sonho, você precisa de um, sabia? &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5608828471054191944?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5608828471054191944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5608828471054191944&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5608828471054191944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5608828471054191944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/01/um-batuque-nada-mais.html' title='Um batuque, nada mais.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2882219211654999936</id><published>2011-01-12T17:11:00.000-02:00</published><updated>2011-01-12T17:11:13.005-02:00</updated><title type='text'>Uma vida em ponto</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  A vida têm amplos sentidos, eu digo: é vista de várias formas pelas milhares de pessoas existentes mundo a fora. Não me interessa aqui fazer um relato cansativo, clichê, démodé sobre cada uma das visões possíveis a qual posso me transportar sem interferir na minha, que em minha opinião é uma junção de todas as misturas. O meu objetivo é falar de uma visão em particular. Em especial. Tenho essa obsessão, pois é totalmente denegrido ou mal interpretado por certos indivíduos de visão única e perfeita.&lt;br /&gt;A vida dela era como um semáforo. O sinal verde existe, é claro, todo mundo acredita e sabe disso. No entanto, a vida dela era um sinal amarelo, a indecisão profunda, a escolha incerta, o passo em falso que leva à tragédia ou a palpitação forte e acelerada do coração, mas tenho que admitir que, para mim, a vida dela era, na verdade, um sinal vermelho. Ninguém abria as portas, as janelas, nem as cortinas para ela. Porque ela era ninguém. É claro que ela era alguém...&lt;br /&gt;com identidade, cpf e todas essas porcarias, mas de que isso importa, afinal? Quando a escolha é, na verdade, certeira e traiçoeira para esse bando de gente. Eles não tinham a escolha final sobre suas vidas, era tudo necessário e obrigatório, as vidas eram cheias de "preciso fazer isso, porque preciso me alimentar, porque preciso cuidar da minha casa" e assim seguia. É claro que esse fato passa despercebido por eles ou por mim e por você.&lt;br /&gt;E eu estava falando de um individuo, pois bem, ela era de aparência razoável, dizia-se por suas roupas simples e comuns e talvez por seu rosto um tanto nordestino e com olhos verdes, mas só podia ser o famoso paraíba. Mas, ela se achava bonita. É claro que não era das piores mulheres, era "comível".&lt;br /&gt;Seus olhos se abrem, não porque acorda naturalmente, são 05 da manhã, quem acorda esse horário por vontade própria? Abria os olhos com certo... alma estava cheia de sono e cansaço, mas era necessário. (A palavra necessário será repetida incontáveis vezes por aqui, porque de fato era uma necessidade.). Deixou-se espreguiçar e ronronar na cama, quase como uma felina pedindo carinho, mas levantou-se às 05h12min. Seguiu sua rotina como todos os dias, fazia isso desde 13 anos, acordar, arrumar, sair, andar, trem, uma hora em pé, soltar na central, pegar o metrô, esmagada, soltar na general osório, andar, apertar o interfone, esperar, arrumar-se e arrumar a casa da madame. &lt;br /&gt;18:00, respirar um pouco, olhar a vista da praia, andar um pouco pela orla, enrolar,...&lt;br /&gt;Nesse momento, sentiu vontade de molhar os pés nas águas geladas, eles estavam tão cansados e doloridos dentro da sua sapatilha. Mas, que trabalho daria! Puxavida! sentou-se... onde deixaria a bolsa? ah, meu deus! não posso ficar aqui sonhando com essa vida de patroa, preciso... é necessário... mas... e eu?... é.&lt;br /&gt;Deixou-se ficar ao lado de um banco onde tinha uma homenagem (esse fato era muito curioso para a mocinha, pois não tinha a menor ideia quem era esse senhor amigável que sempre estava ali..., mas deixou-se encostar e abraçá-lo).&lt;br /&gt;- Sabe, não sei se devo ir molhar os pés... ando cansada, é verdade, mas melhora? - olhou para o mar, ele a tragava para dentro, mas ela resistia, porque era preciso e era necessário voltar para casa e fazer a janta da família. - Sabe, eu gosto muito daqui, viu. Aqui é bonito, me traz paz... não traz dor, não traz nada. Acho que a paz é isso, um nada... uma calmaria... mas me diga, senhor, você entrava na água? - olhou-o nos olhos de alguém que já fora, mas de que isso importava? Para todo mundo que conhecia, era nada. Mas... ela não sabia por quê, era uma coisa assim... meio cabisbaixa. E continuou:&lt;br /&gt;- Eu sei que você gosta do mar, mas você deveria estar virado para o mar, como estou... entende? ... E se eu me afogar no mar? Maior medo, jesus! - aos poucos, a moça sentia a coragem vir de algum lugar, talvez dos pés pedintes ou da cabeça avoada, mas vontade é coisa que dá e passa! E como ela sabia disso, era tão necessário fazer outras coisas mais importantes, no entanto, não conseguia se retirar dali, deixou-se ficar mais um tico:&lt;br /&gt;- Pois bem, olha minhas coisas e eu vou... mas, ora! você é só uma estátua no meio de um nada... como posso confiar? - mas retirou as sandálias enquanto reclamava baixinho sobre os perigos... e saiu correndo, sem pensar, os pés gritando e ao encostar na água gelada, sentiu o choque. Eletrizada, caiu na areia, que importava suas roupas agora? Durante muito tempo, ela não se sentia assim, como a criança que era. A vida só a obrigou a crescer, mas algo ainda resguardava sua infância e juventude. Admito que choro de felicidade e alegria, sinto-me feliz ao olhar nos olhos de moça-criança dela.&lt;br /&gt;Seu relógio apitou, &lt;i&gt;20:00 em ponto&lt;/i&gt;, nossa, jesus! como me perdi aqui... e saiu da água, encharcada de alguma coisa pegajosa, talvez alegria, não sei. Sentou-se no banquinho, pegou sua pequena bolsinha que colocara no colo do velho, abraçou-o e sem perceber, estava chorando....&lt;br /&gt;chorava por que, tão bela moça? talvez seja essa coisa infiltrada estranha que a gente chama felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2882219211654999936?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2882219211654999936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2882219211654999936&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2882219211654999936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2882219211654999936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/01/uma-vida-em-ponto.html' title='Uma vida em ponto'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5791968192682811859</id><published>2011-01-09T23:02:00.001-02:00</published><updated>2011-01-09T23:04:05.119-02:00</updated><title type='text'>Um nada fodido.</title><content type='html'>Eu tinha uma coisa muito bonita para dizer a mim e talvez a um outro alguém. E a partir daí no meu canto do ônibus, segui pensando com a idéia se projetando, criando forma e mais viva, mais cheia de vontade de sair de apenas um impulso. Mas, eu... sei que esqueci, (lembrei) no momento vivo agora que pensei alguma coisa que me fez ficar alguns minutos vidrada...&lt;br /&gt;Houve uma época que andava com um caderno para sair escrevendo tudo. Tudo o que eu via, eu precisava me dizer e dizer o mundo ao redor. Escrevi sobre o chiclete colado no chão. E percebi que, no final(talvez num final breve) não era isso que eu queria. Mas eu não quis ou encontrei um ponto no qual cheguei ou quero chegar. Sinto vontade de deletar tudo isso, mas prossigo ou porque a gata está mordendo minha mão toda vez que preciso apertar a caixa alta ou porque quero provar para minha mesma que eu consigo escrever um relato, pessoal, de como é impotência de pensar algo... e ao passar para o papel: desaparecer, ou pior: descer do ônibus. É como se fosse um movimento contrário, o motorista abre a porta para você descer, nesse mesmo segundo, o motorista de idéias fecha a porta, porque você subiu no ônibus. Talvez seja uma outra dimensão na qual é impossível retransmitir ou retomar ou relembrar do que já foi pensado, porque você sabe que vai escrever. E bom não é isso que ninguém quer... Não sei por quê.&lt;br /&gt;É claro que não escrevo há séculos, é claro que eu não tenho nada para dizer de concreto, mas isso não muda nada.&lt;br /&gt;Eu não quero fazer disso um lamento solitário reclamão sobre como eu odeio algumas coisas sobre blogs ou pessoas que escrevem em blogs. É claro que nem todo se encaixa numa lista de desprezo e poesia pobre... mas eu também, admito, que não sei porque mantenho esse blog.&lt;br /&gt;Apaguei umas coisas aí.&lt;br /&gt;Fico por aqui. E eu nem sei muito bem o que andei escrevendo... nem o que ando escrevendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5791968192682811859?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5791968192682811859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5791968192682811859&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5791968192682811859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5791968192682811859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2011/01/um-nada-fodido.html' title='Um nada fodido.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-870483163707781970</id><published>2010-12-29T01:58:00.001-02:00</published><updated>2010-12-29T01:58:46.818-02:00</updated><title type='text'>avulsos</title><content type='html'>Algumas coisas que achei enquanto tentava escrever depois de não conseguir dormir, apesar da minha gata ser uma ótima companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escrevo em botecos,&lt;br /&gt;poesia bêbada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escrevo em aulas,&lt;br /&gt;poesia não-tédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escrevo ao contrário,&lt;br /&gt;poesia marginal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;des-com-passo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passo que é des-,&lt;br /&gt;precisa ser -com-&lt;br /&gt;alguma coisa&lt;br /&gt;que é o passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo apressado,&lt;br /&gt;salto quebrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Evite.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o sistema persistir, procure um médio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-870483163707781970?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/870483163707781970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=870483163707781970&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/870483163707781970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/870483163707781970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/12/alvusos.html' title='avulsos'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2542637826264005677</id><published>2010-12-21T23:30:00.001-02:00</published><updated>2010-12-21T23:31:55.340-02:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Olha, eu sei que não sou fã disso e tal &lt;i&gt;nesse blog&lt;/i&gt;, mas tô na tremenda falta do que escrever. Eu até tentei escrever sobre uma coisa que andei pensando no ônibus, mas bah não sei. Talvez não seja a hora, entende? Enfim, um beijo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ah, esse 7 tuntz foi a Dueto de Um que me passou, hehe &amp;lt;3 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Tenho que responder 7 perguntas, dar 7 respostas e repassar a 7 blogs.&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7 coisas que tenho que fazer antes de morrer:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- falar alemão &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ir à Alemanha&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- escrever um livro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- sair de casa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- parar de me importar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-ir a um show da Fiona Apple&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- constestar meus professores, ter coragem para falar com eles.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7 coisas que mais digo:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- porra&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- caralho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- tá de brinks, né &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- "alguma coisa" + sofrimento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- scheisse &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ahn?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- putamerda &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7 coisas que eu faço bem:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- arrancar pedaços da minha boca&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- escrever merda&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- olhar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ser chata&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ser pentelha com meus amiguinhos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ouvir boas músicas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- comer&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7 defeitos meus:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- impaciência&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- mau humor crônico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- reclamar de tudo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- [muita] preguiça das pessoas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- timidez&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ficar cega e surda na rua - oi?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- acidez&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (deixei tudo igual HAHA D:)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7 coisas que amo:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- minha gata linda cheirosa fofa maravilhosa gostosa (sim, ela merece todos os adjetivos bonitenhos)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- livros legais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- reclamar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Cláudio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- chocolate &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- zumbis&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- estar com amigos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7 qualidades minhas:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- sinceridade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- lealdade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- consigo fazer cupcakes (?)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ser engraçada (?)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- pulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-pulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- pulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;7 blogs que vão receber o desafio&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;- complexo de cassandra&lt;br /&gt;- a bia (o nome do blog dela é grande, preguicinha)&lt;br /&gt;- A vida é febril&lt;br /&gt;- a Nina(não é minha gata, é uma amiga do Me, Myself and I)&lt;br /&gt;- priscila (sometimes we break the unbreakable, sometimes?)&lt;br /&gt;- Lost in Space.&lt;br /&gt;- Cassiano Mars. HAHA &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://shieldofwords.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2542637826264005677?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2542637826264005677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2542637826264005677&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2542637826264005677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2542637826264005677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/12/blog-post.html' title='-'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-775031143622426713</id><published>2010-11-23T21:17:00.001-02:00</published><updated>2010-11-23T21:19:56.383-02:00</updated><title type='text'>com cor dâncea</title><content type='html'>O pato saiu da casa calçando botas azuis da avó Maria era uma senhora agradável amigável querida era portanto biruta No sol que nasce assim que o galo Phellipe II cantava as mais belas canções de Chopin e Beethoven Maria calçava suas meias verdes-melecas e as botas que _______________ o pato levava em si pelas lamas da cidade A velha exclama Meu Deus! Cadê minhas botas&lt;br /&gt;Mas estas as botas - talvez a proteção - já seguia bem longe dali&lt;br /&gt;E o que farei&lt;br /&gt;Farei o que e... quando em mim não existir mais pontos de interrogação nem pausas nem delongações para exclamar a autoridade do ponto de exclamação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-775031143622426713?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/775031143622426713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=775031143622426713&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/775031143622426713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/775031143622426713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/11/concordancea.html' title='com cor dâncea'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1813511187455490966</id><published>2010-10-18T22:00:00.002-02:00</published><updated>2010-10-24T18:56:12.339-02:00</updated><title type='text'>Sem danos, II.</title><content type='html'>Era hora de pegar sua mala, seus sapatos - que eram muitos, somavam-se 27 no total. - suas luvas, suas roupas, e suas inúmeras roupas íntimas. Ia fazendo isso de forma calma, sem pensar muito, afinal poderia ter um colapso surdo ali mesmo, enquanto era observada. Ele tinha dito: "Olha, não dá mais. Desculpa. Quando puder, vá lá buscar suas coisas no meu apartamento, porque... você sabe. [...] a gente precisa seguir em frente."&lt;br /&gt;parou. Olhou as unhas, precisam urgente de uma manicure. Precisava também escolher uma cor. E aí perdeu a linha de raciocínio. Ah, o que é mesmo que estou fazendo? Ah, pois bem... meias.&lt;br /&gt;Na verdade, a presença dele não a incomodava, não a afetava, não a trazia nada, o problema era encostar-se às coisas... elas traziam para si a lembrança, feixe de memória de sua vida com ele. Afinal, tinham dois anos e sete meses. Um sapato por mês, ela ia deixando na casa dele, porque era uma forma de preservar a relação deles. Coisa que a fez rir. Ficou um mês sem comprar sapatos novos, deu no que deu. E aí, ela ajeitou suas calcinhas por formas: grandes, médias, pequenas. As pequenas contavam como poucas... e ela riu de novo. Tinha uma série de blusas horríveis lá que usava para dormir, eram confortáveis. Mas tinham o cheiro dele, isso a incomodava. Precisa pôr fogo, então pegou um saco plástico e colocou-as todas lá. Seria tipo extermínio de insetos ou qualquer outro tipo de eliminação de bichos escrotos. (não que isso pudesse ser comparado com a sua vida, não... que isso!) e tinha até que vestidos bonitos, gostava deles e tinham o cheiro de seus perfumes, ela deu uma fungada neles.&lt;br /&gt;(aposto que ele achou que estava chorando, porque ele a olhou)&lt;br /&gt;Depois daí, seguiu para suas luvas que contavam em duas. Eram tão fofas, usou para uma viagem, nem conseguia lembrar qual, esforçou-se de verdade. Mas nada. Então, continuou então: seu primeiro sapato era florido, mas mal dava para enxergar as flores, dá para imaginar o por que. Então, ela pegou de uma vez só cinco para andar mais rápido. Não prestou atenção até o par 19 de sapatos que pegou. Aí então, ela olhou demasiadamente para os dois últimos:&lt;br /&gt;eles eram uma tentativa. (ela não sabia de quem), mas eram a tentativa deles. Eram sapatos horríveis, de fato. Mas, não era o fato de ser belos ou não que a chamava atenção, era o que restou deles nela e, então ela disse:&lt;br /&gt;- Sabe, esses ultimos meses foram os melhores da minha vida. Foi bom, concorda? - ele a olhou com um ponto de interrogação em seus olhos. E claro, perguntou:&lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;-Ora, porque sim. Olhe para esses sapatos e vai descobrir. - o que para ele era: é, foi por isso que não deu certo.&lt;br /&gt;Mas restava saber o que fazer com esses dois sapatos, o resto ela doaria.&lt;br /&gt;Lembrou que não podia chorar. Lembrou que tinha que engolir essa parte da sua vida sem remorso. Não é que sentia dor ou qualquer sentimento triste sobre eles, é que ela realmente não sabia o que fazer com os sapatos e com os dois meses. E ela ficou ali... assim, sem saber o que fazer com os dois sapatos na mão. Suspirou, mexeu nos cabelos, olhou as unhas. E disse:&lt;br /&gt;- O que você acha desses dois sapatos?&lt;br /&gt;- Bonitos.&lt;br /&gt;- Quer ficar com eles?&lt;br /&gt;- Pra quê?&lt;br /&gt;- Não sei. Eu não quero, apesar de achá-los bonitos.&lt;br /&gt;- Hm, posso doar.&lt;br /&gt;- É, eu também vou fazer isso com os outros 25 pares.&lt;br /&gt;- E por que não faz com esses outros dois?&lt;br /&gt;- Porque não.&lt;br /&gt;- Sempre essas respostas vazias de significado.&lt;br /&gt;- Nunca são.&lt;br /&gt;- Então, diz por quê.&lt;br /&gt;- Porque não, já disse. Por que você precisa entender tudo?&lt;br /&gt;- Eu não preciso, porque eu nunca entendo nada que vem de você.&lt;br /&gt;- Ah, entendi. Você tem mágoas.&lt;br /&gt;- E você não tem?&lt;br /&gt;- Tinha, mas não mais.&lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;- Porque eu já disse. Você vai querer os sapatos?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Poxa vida, e agora? - outra longa demora e, ela ficou olhando para os sapatos. Tão bonitos, mas tão vazios. Bonitos como qualquer outro, mas vazios de significado. Aí se viu entrando em mágoas de novo. Ajeitou os cabelos, parou. E disse:&lt;br /&gt;- Pois bem, então, me dá um abraço e vamos acabar com tudo isso. - ele a olhou. Suspirou e deu um abraço cheiroso, mas vazio. Irritou-se. Mas, suspirou e nada disse, enquanto ele dizia tão rotineiramente:&lt;br /&gt;- E os sapatos?&lt;br /&gt;- Brechó.&lt;br /&gt;- Tudo bem então. Te acompanho até a porta. - deram adeus e ela seguiu, lembrou que tinha um brechó ali na esquina da rua dele, ela sempre gostou muito da senhora que trabalhava ali, enquanto ela sorria, feliz, serena... deixou os dois sapatos naquela lojinha que, imediatamente foram postos na frente da vitrine, porque eram lindos e precisavam ser vendidos.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que ela seguia, ele fechava a porta, pegava o celular e ligava:&lt;br /&gt;- Oi, sou eu. É pode vir. Não. Foi tudo bem. É, demorou. Parecia que ela queria se prender aqui. Não. Normal. Então, ok. Te espero aqui. Até mais. - e um certo sentimento de alguma coisa perdida, olhou seu armário. Nossa, quanto espaço. O que vou pôr ai? Livros? Cds? Caixas? Hm, caixas. Ah, dane-se. Fica lindo com mais espaço.&lt;br /&gt;A menina passou pela mesma esquina que até pouco tempo, ela passara, olhou para lojinha apertada: comprou os dois sapatos. Eles davam tão certinho em seus pés 35 que era impossível alguém dizer o contrário.&lt;br /&gt;Então, ela chegou a casa e ele disse:&lt;br /&gt;- Nossa, que sapatos mais lindos. Combinam perfeitamente com seus olhos. Mas por que dois?&lt;br /&gt;- Ah, não pude evitar. Sou exagerada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1813511187455490966?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1813511187455490966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1813511187455490966&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1813511187455490966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1813511187455490966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/10/sem-danos-ii.html' title='Sem danos, II.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7544464454891516270</id><published>2010-09-29T20:04:00.004-03:00</published><updated>2010-09-29T22:55:22.976-03:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eu a conheci num dia quente desses que parece que o Sol caiu na Terra no Rio de Janeiro. Encontrei-a numa rua apertada e feia do Centro. Seu corpo exalava suor, exalava inocência, perdão e religiosidade. Um crucifixo preso entre as mãos, enquanto andava. Olhava de longe. Estava tão completa de suor que deixava sua blusa e sua saia meio grudadas ao corpo. Aproximei, sem querer nada até então, apenas observar. Confesso que ando por aí sempre observando. Meus olhos analisaram seus cabelos que era de um castanho sem graça, solto. Mas liso. Não tinha ainda muita certeza de como era o seu rosto, já que estava trás dela, mas penso numa coisa meio bucólica e, ao mesmo tempo, Maria. Sua blusa era um azul claro, a saia que ia até os joelhos que estava meio que colada a sua bunda, devido ao suor, me excitava. Seus tornozelos eram finos e feios. No entanto, havia mais alguma coisa ali: uma coisa viscosa que corria de sua perna, meio brilhante... a curiosidade me fez chegar perto. Tomei um choque. Era sangue. s a n g u e. Ri silenciosamente. (talvez alto, não sei). Quantos anos teria essa menina? 14? Pelo que andei sabendo, cada vez mais as moças menstruam mais cedo. Tive nojo também. Por que essa garota não se limpou? Era só comprar um absorvente. Fui numa farmácia e comprei. Decidi que iria entregá-la. Fui com toda vontade de ser um bom rapaz. Se era para mim constrangedor, imagine para a moça. Cheguei quase ao ponto de tocar em seus cabelos, ouvi seu choro... não me contive. Parei. Fiquei,&amp;nbsp; assim, por ponto de quase perdê-la de vista. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Continuei seguindo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eu a queria. Enquanto, meu desejo aumentava mais e mais. Tinha quase um desespero de puxá-la, amarrá-la a mim. Eu a queria para mim. Para ser o meu brinquedo, uma espécie de boneca. Nunca gostei muito. Mas... fui ficando velho e precisando de companhia. Enquanto eu a seguia de longe e perto, comprei cachaça. Precisei engolir tudo o que eu sentia com algo quente e cortante. Um copo, dois, três, quatro, cinco, seis, sete. Eu ainda a queria. Tive que processar mais lentamente meus pensamentos e sonhos acordados, eu a imaginava abraçando... e levando-a para casa. Ela era o meu cachorrinho. Meu pet. Puxei os seus cabelos, sem me tocar que realmente os puxava, ela virou-se assustada... ela era a coisa mais linda e meiga que eu já vira. Olhos inchados, senti todo o remorso do mundo. Ela chorava por Jesus. E eu queria chorar por ela. Pausadamente, sem dizer nada, entreguei o absorvente para ela. Ela não pegou, ela não se mexia. Parece que ela sabia o que ia acontecer. Ela não se mexia. Era uma tarde quente. E estava bêbado. O coração dela saltava por suas pernas e por seus olhos e eu o peguei. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim, precisava destruir a beleza dela... ela era pura demais. Ela era santa. Ela era o que o mundo não conseguiu destruir. Isso me incomodou, rasgou a parte em mim que queria ser dela e, nada mais, como ela. Para dizer a verdade, não sei o que estou dizendo. Eu sou um bastardo. Um qualquer, um vagabundo e eu precisei destruí-la, porque ela era perfeita. Eu precisei rasgar a pureza dela para me sentir melhor, para não me sentir uma pessoa ruim e, destruindo-a... também me destruía. E era o que eu queria. De fato também queria que ela sentisse toda a crueldade do mundo em si. Ela era &lt;i&gt;a&lt;/i&gt; &lt;i&gt;culpa&lt;/i&gt;. A culpa era dela por ser religiosa, linda, virgem e a imagem que todos querem. Ela não se mexia, enquanto eu ejaculava. Deixei-a. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não lembro como acordei, não lembro de muita coisa a partir de então. Minha memória se esvai e eu só retomo cada ponto desse acontecimento. Eu penso em como ela está, se ela morreu. Eu queria pedir perdão. Entrei em muitas igrejas querendo encontrá-la. Não, eu não penso em padres ou confissão. Não me arrependo do que fiz. Arrependo-me de não poder dizer o quanto ela era pura e culpada e que eu precisei fazer aquilo. Eu fazia por amor. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E hoje, faz um dia extremamente quente, meu suor exalava pelo Rio de Janeiro inteiro. Enquanto ando, ouço passos. É ela. Tenho certeza. Não faço questão de olhar. Eu sei o que ela quer. Ela quer o que é dela que eu peguei, sem pedir. É o natural. Sigo em frente... perdemos uma hora nesse joguinho, canso-me. Viro-me. O olhar assustador não mudou... ela não se mexe. Eu sorrio, continua a mesma fisicamente, percebo algo dentro de si sombrio... meio grotesco e caótico. Ela não sorri. Eu ando para perto e digo:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Eu te amo, porque você é pura. E eu te transformei... - ela dispara o gatilho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7544464454891516270?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7544464454891516270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7544464454891516270&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7544464454891516270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7544464454891516270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/09/blog-post.html' title='-'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1082234618547249094</id><published>2010-09-22T22:06:00.001-03:00</published><updated>2010-09-22T22:13:52.174-03:00</updated><title type='text'>um sinal de trânsito(ou não?)</title><content type='html'>ao atravessar a rua, deparei-me com o constante fato que latejava sobre minha cabeça: eu não queria existir. Sentia meus pés, meu corpo alongando-se e a incrível vontade de não pôr meus pés em lugar algum. De não sentir o tato, o paladar... de não me sentir. Eu não era triste, era apenas cansada. ca&lt;i style="color: white;"&gt;n&lt;/i&gt;sada, mas não era feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, pus os pés na rua, andei - sem realmente me dar conta do que acontecia - escutei uma sirene (aposto que estava longe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma puta ironia me ocorre agora, eu era sirene agora, porque me distraio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1082234618547249094?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1082234618547249094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1082234618547249094&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1082234618547249094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1082234618547249094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/09/um-sinal-de-transitoou-nao.html' title='um sinal de trânsito(ou não?)'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3730574224698247693</id><published>2010-09-15T21:36:00.001-03:00</published><updated>2010-09-15T21:37:48.430-03:00</updated><title type='text'>News and nothing.</title><content type='html'>Eu tive uma ideia(idéia!) bem interessante até. Falta-me tempo e criatividade para retirar da minha caixa de palavras flutuantes e pôr, efetivamente, no papel. Preciso de coragem. Por enquanto, deixo meus poucos e raros leitores - no entanto, queridos. - com curiosidade.&lt;br /&gt;Não quero que me perguntem. Ainda não sei. É apenas uma nuvem cinzenta rodando em volta dos meus pensamentos.&lt;br /&gt;O mais interessante que é pensei tudo... quando estava... tentanto escrever mentalmente. Mas, eu nunca consigo for sure passar tudo para o papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à crítica passada que recebi, eu pensei, mesmo depois e ainda hoje, eu não sei se consigo reescrever. Talvez ache que rola uma perda aí de sentidos e tudo mais. Mas, apenas sei que não consigo mais ler o texto criticado. Deve ser algum tipo de orgulho ferido, something like that.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que queria comentar é sobre um suposto livro que eu estava escrevendo... é, ainda penso em retornar, apesar de ter tudo na cabeça, tenho pensado muito em plágio e originalidade. Existe? Acho que não consigo escrever um livro. Um bloqueio domina a mente, sai contos... resenhas, relatórios, menos livros.&lt;br /&gt;Clarice Lispector escreveu seu primeiro livro aos 17 anos. Já tenho 19. Ok. sei bem que não posso comparar, no entanto, incomoda uma espécie de tesão literário. A comparação é algo extremamente frustante, nunca seremos iguais aos outros e nem ao ontem. Sentimento inevitável de que você é apenas um escritor(uma tentativa falhada num monte de gozo, hey, você é &lt;i&gt;apenas&lt;/i&gt; o espermatozóide que não entrou no ovário. Don't be sad.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a esperança está sempre presente. Ah, por sinal:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="status-content"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;"Não importa que você caia, desde que você apanhe algo no chão quando se levantar."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3730574224698247693?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3730574224698247693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3730574224698247693&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3730574224698247693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3730574224698247693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/09/news-and-nothing.html' title='News and nothing.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2056298220766958776</id><published>2010-07-30T22:34:00.002-03:00</published><updated>2010-07-30T22:40:17.325-03:00</updated><title type='text'>a minha pausa, dessa vez.</title><content type='html'>Escrevo, porque a margem habita o temporão dos sonhos. Às vezes, há prosa... às vezes, há poesia. às vezes, há divagações. às vezes, há o não-dito que será dito ou não, porque será comido entre as linhas do pensamento que orbitam... alguma margem perdida, além-mar, quem sabe?&lt;br /&gt;Mandei Camões trazer-me o que há além-mar, porque... achei que tinha o sentido dentro dali. Mas, Camões trouxe-me regras dentro de uma gramática solitária e eu fiquei aqui perdida, no meio do caminho, andei em círculos, tentando encontrar o que precisava: as palavras. que sumiram do meu bolso... talvez tenham caído, mas bom: sabe quando você tem aquele dinheirinho, mas cata e cata e cata e no final não encontra nada? Foi assim mesmo. Um dia, mexi no bolso e as encontrei, amassadas e surradas, ajeitei-as cuidadosamente, passando as mãos pelos seus cabelos, por sua pele macia que... eu bem sei que pode ser cortante... e doloridas também. Não há cataflam que cure a dor de uma palavra.&lt;br /&gt;Talvez seja por isso que nada cure a dor da mão... porque não há como parar. Não há como diminuir, há o que há e precisa sair. Se não sair, vira mentira, se não sair, vira confusão, se não sair, vira o que eu não quero. Se não sair, não viro eu... se não sair, fico assim... sem direção, talvez como a Florbela Espanca... &lt;i&gt;sem-norte&lt;/i&gt;, mas não ligo.&lt;br /&gt;Quando acho que encontrei o norte, na verdade, estou no sul. Mas talvez seja hipocrisia, porque perder-se também é caminho. Alguém já disse isso e concordo...&lt;br /&gt;Aí eu digo: eu preciso disso como preciso de ar, porque se não eu transbordo como água dentro da pia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2056298220766958776?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2056298220766958776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2056298220766958776&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2056298220766958776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2056298220766958776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/07/minha-pausa-dessa-vez.html' title='a minha pausa, dessa vez.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3860907761345804291</id><published>2010-07-30T22:24:00.001-03:00</published><updated>2010-07-30T22:38:06.494-03:00</updated><title type='text'>pausa para retificação com solenidade.</title><content type='html'>Talvez seja coisa de paixão,&lt;br /&gt;talvez seja através do comodismo.&lt;br /&gt;Talvez seja o nada e o que há ali mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que há? A sombra do mar.&lt;br /&gt;O perfume.&lt;br /&gt;Tudo,&lt;br /&gt;A poesia rasga, consome,&lt;br /&gt;faz florescer, nascer dentro&lt;br /&gt;do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como flor que não quer nascer, mas&lt;br /&gt;é cuspida, porque é suficiente.&lt;br /&gt;Como girassol que não quer&lt;br /&gt;amar sol.&lt;br /&gt;Como poesia querendo nascer,&lt;br /&gt;dilacerando ... e nascendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida, vida nesse sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse poema é uma tentativa de homenagenear o Manoel de Barros - sendo simples, sendo pobre, sendo minha - por me fazer enxergar que há poesia viva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3860907761345804291?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3860907761345804291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3860907761345804291&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3860907761345804291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3860907761345804291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/07/pausa-para-retificacao-com-solenidade.html' title='pausa para retificação com solenidade.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6770366423295929499</id><published>2010-07-20T18:44:00.001-03:00</published><updated>2010-07-20T18:46:48.843-03:00</updated><title type='text'>bueiro.</title><content type='html'>andei pensando - parado - sobre tudo. O mundo a minha volta é sorrateiro, deu-me uma banda, cai feito um otário no chão. Preciso, dessa forma, mostrar o que vi. E foi: o esgoto, a sujeira, a porra de uma camisinha toda gozada, mas é o superficial, apenas. Levantei-me, quase precisando respirar, porque precisava - do fundo do que há - vomitar. Mas, eu respirei e engoli o vômito quase com o prazer, porque percebi que é o resto é o que abraço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6770366423295929499?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6770366423295929499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6770366423295929499&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6770366423295929499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6770366423295929499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/07/boeiro.html' title='bueiro.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6908673339484903130</id><published>2010-07-16T13:28:00.000-03:00</published><updated>2010-07-16T13:28:16.717-03:00</updated><title type='text'>devaneios, II</title><content type='html'>Reparei que na minha pequena viagem de volta para casa, semi-acordo em certos lugares, reparo em pessoas nos pontos de ônibus, coisas que me lembram minha infância e coisas sem sentido também. E como estava bem, digamos, literária no dia. Resolvi anotar, achei que seria legal. Enfim, não que seja grande coisa, afinal é av.brasil, uma rodovia extremamente feia. Espero que achem, no minímo, divertido :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabelo branco.&lt;br /&gt;Rugas.&lt;br /&gt;Expressão.&lt;br /&gt;Anúncio.&lt;br /&gt;Mascar chiclete.&lt;br /&gt;Meia-hora.&lt;br /&gt;Viaduto.&lt;br /&gt;Dentadura.&lt;br /&gt;Casal atrás de mim.&lt;br /&gt;Mão no bolso.&lt;br /&gt;Conversa.&lt;br /&gt;Pixação.&lt;br /&gt;Carioca iate Clube.&lt;br /&gt;Área Militar.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;10.500&lt;br /&gt;CEFAN&lt;br /&gt;ponte.&lt;br /&gt;sede.&lt;br /&gt;sujeira.&lt;br /&gt;passarela 17&lt;br /&gt;378 vazio.&lt;br /&gt;garça, que graça!&lt;br /&gt;carros queimados.&lt;br /&gt;Colégio Ateneu.&lt;br /&gt;catavento.&lt;br /&gt;Parada de Lucas.&lt;br /&gt;Irajá(onde acordo)&lt;br /&gt;Previdência social /&lt;br /&gt;colégio que minha mãe trabalha.&lt;br /&gt;CEASA &lt;br /&gt;Clínica Veterinária Coelho Neto.&lt;br /&gt;Guadalupe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6908673339484903130?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6908673339484903130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6908673339484903130&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6908673339484903130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6908673339484903130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/07/devaneios-ii.html' title='devaneios, II'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4979394506113413017</id><published>2010-07-16T13:20:00.000-03:00</published><updated>2010-07-16T13:20:15.956-03:00</updated><title type='text'>devaneios poéticos</title><content type='html'>Ando fazendo poesia(e não só poesia, devaneios também) no ônibus e, resolvi postar aqui. Acho que posso começar com uma que gostei, apesar de ser boba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia de ônibus pode virar uma outra língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que mesmo na maior podridão do dia,&lt;br /&gt;até mesmo na Av. Brasil, há poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;caderno caído em uma poça,&lt;br /&gt;imunda&lt;br /&gt;Há a lama, sujeira, a negação&lt;br /&gt;que você vê em cada página,&lt;br /&gt;depois palavras.&lt;br /&gt;Cuidadosamente, limpas.&lt;br /&gt;E dizem:&lt;br /&gt;sujas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4979394506113413017?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4979394506113413017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4979394506113413017&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4979394506113413017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4979394506113413017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/07/devaneios-poeticos.html' title='devaneios poéticos'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1355926128404269379</id><published>2010-07-11T23:04:00.000-03:00</published><updated>2010-07-11T23:04:26.425-03:00</updated><title type='text'>Externo a você e à gramática.</title><content type='html'>Palavra corta palavra&lt;br /&gt;com o canivete suíço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra come palavra,&lt;br /&gt;boca, caninos, deglutição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra se apóia no ombro&lt;br /&gt;de outra quando precisa,&lt;br /&gt;e você vê composição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1355926128404269379?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1355926128404269379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1355926128404269379&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1355926128404269379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1355926128404269379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/07/externo-voce-e-gramatica.html' title='Externo a você e à gramática.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1750418805247503019</id><published>2010-06-13T14:28:00.000-03:00</published><updated>2010-06-13T14:28:46.188-03:00</updated><title type='text'>culinária.</title><content type='html'>palavra torta,&lt;br /&gt;de quê?&lt;br /&gt;de queijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha palavra está torta?&lt;br /&gt;Não, a sua está confusa&lt;br /&gt;como uma alemã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, por quê?&lt;br /&gt;Não existe esta na Alemanha.&lt;br /&gt;Pois então, é por quê?&lt;br /&gt;Porque é você que é confuso e,&lt;br /&gt;vive botando pontos e vírgulas&lt;br /&gt;que não existem, de fato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1750418805247503019?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1750418805247503019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1750418805247503019&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1750418805247503019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1750418805247503019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/06/culinaria.html' title='culinária.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4904633455915587725</id><published>2010-06-08T20:40:00.000-03:00</published><updated>2010-06-08T20:40:39.582-03:00</updated><title type='text'>Sullen girl.</title><content type='html'>&lt;table background="/images/vagadagua.jpg" cellpadding="5"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="color: black;"&gt; &lt;td align="left" height="40" id="letrainfo"&gt;&lt;i&gt;Days like this, I don't know what to do with myself&lt;br /&gt;all day -- and all night&lt;br /&gt;I wander the halls along the walls and under my&lt;br /&gt;breath&lt;br /&gt;I say to myself&lt;br /&gt;I need fuel -- to take flight&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And there's too much going on&lt;br /&gt;but it's calm under the waves, in the blue of my&lt;br /&gt;oblivion&lt;br /&gt;Under the waves in the blue of my oblivion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Is that why they call me a sullen girl -- sullen&lt;br /&gt;girl&lt;br /&gt;They don't know I used to sail the deep and tranquil&lt;br /&gt;sea&lt;br /&gt;But he washed me ashore and he took my pearl --&lt;br /&gt;and left and empty shell of me&lt;/i&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="color: #9fc5e8;"&gt;&lt;br /&gt;Under the waves in the blue of my oblivion&lt;br /&gt;It's calm under the waves in the blue of my oblivion&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" height="40" id="letrainfo"&gt;&lt;i style="color: #9fc5e8;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" height="40" id="letrainfo"&gt;&lt;i style="color: #9fc5e8;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" height="40" id="letrainfo" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" height="40" id="letrainfo"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" height="40" id="letrainfo"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: #9fc5e8;"&gt; &lt;td align="left" id="letratxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" id="letratxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" id="letratxt"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Fiona Apple - Sullen Girl.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" id="letratxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" id="letratxt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4904633455915587725?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4904633455915587725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4904633455915587725&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4904633455915587725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4904633455915587725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/06/sullen-girl.html' title='Sullen girl.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5233953429644710765</id><published>2010-05-17T18:20:00.000-03:00</published><updated>2010-05-17T18:20:10.961-03:00</updated><title type='text'>as fumaças urbanas.</title><content type='html'>as coisas belas que ficam como aperto&lt;br /&gt;no seu coração.&lt;br /&gt;as coisas tristes que ficam leves&lt;br /&gt;no seu coração.&lt;br /&gt;as coisas sem sentido que ficam confusas&lt;br /&gt;no seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tudo isso, há um pouco no ar que você respira.&lt;br /&gt;Sem perceber, você traga para dentro tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o dia cinza, respira.&lt;br /&gt;a poeira raivosa, traga para&lt;br /&gt;o seu coração.&lt;br /&gt;Por isso: espirre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5233953429644710765?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5233953429644710765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5233953429644710765&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5233953429644710765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5233953429644710765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/as-fumacas-urbanas.html' title='as fumaças urbanas.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1205006635306001673</id><published>2010-05-07T22:43:00.004-03:00</published><updated>2010-06-09T19:03:13.450-03:00</updated><title type='text'>pictures of you.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TBlXXIzYI/AAAAAAAAAV0/ujnsEJ0Leng/s1600/wthatyoucouldnotsee.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TBlXXIzYI/AAAAAAAAAV0/ujnsEJ0Leng/s320/wthatyoucouldnotsee.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é só uma imagem, você não vê além, há nada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1205006635306001673?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1205006635306001673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1205006635306001673&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1205006635306001673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1205006635306001673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/pictures-of-you.html' title='pictures of you.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TBlXXIzYI/AAAAAAAAAV0/ujnsEJ0Leng/s72-c/wthatyoucouldnotsee.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5855616599195229324</id><published>2010-05-06T22:28:00.001-03:00</published><updated>2010-05-09T13:19:56.970-03:00</updated><title type='text'>De alma para alma.</title><content type='html'>Gostaria de poder traduzir o sorriso daquele senhor. Gostaria tanto, mais tanto.&lt;br /&gt;O sorriso dele foi algo tão mais que possa explicar. O sorriso dele invadiu minha alma... e eu queria tanto que ele sorrisse de novo. Ou que o encontrasse de novo, confesso que retrubuiria o sorriso. (na verdade, retribui) Mas, de alma para alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, muitas coisinhas pequenas vieram a minha mente nesses momentos e confesso para vocês(como se fosse importante), eu realmente recebi esse sorriso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5855616599195229324?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5855616599195229324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5855616599195229324&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5855616599195229324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5855616599195229324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/de-alma-para-alma.html' title='De alma para alma.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2574024184241813428</id><published>2010-05-06T22:24:00.003-03:00</published><updated>2010-05-06T22:29:11.698-03:00</updated><title type='text'>o seu sorriso.</title><content type='html'>suas palavars fugiram para além-mar, ela chorou um rio inteirinho para que elas voltassem, mas um senhor, com o sorriso que invadia sua alma inteira, sorriu para ela. E ela entendeu que nada vai embora, porque quer, mas porque é necessário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2574024184241813428?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2574024184241813428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2574024184241813428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2574024184241813428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2574024184241813428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/o-seu-sorriso.html' title='o seu sorriso.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-33602263286959865</id><published>2010-05-06T22:22:00.002-03:00</published><updated>2010-05-06T22:22:53.768-03:00</updated><title type='text'>umas palpitâncias.</title><content type='html'>o coração PALPITA, PALPITA.&lt;br /&gt;é tanta palpitância que falta expressão.&lt;br /&gt;Gosto de palpitar, mas confesso que palpito demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-33602263286959865?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/33602263286959865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=33602263286959865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/33602263286959865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/33602263286959865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/umas-palpitancias.html' title='umas palpitâncias.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8932288872457133267</id><published>2010-05-06T22:21:00.000-03:00</published><updated>2010-05-06T22:21:30.912-03:00</updated><title type='text'>além-mar-mar.</title><content type='html'>você diz: tá animada, hein.&lt;br /&gt;mas na verdade: não, não estou.&lt;br /&gt;(sou interrompida por um idiota)&lt;br /&gt;É as palavras que vem de além-mar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8932288872457133267?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8932288872457133267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8932288872457133267&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8932288872457133267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8932288872457133267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/alem-mar-mar.html' title='além-mar-mar.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-346640586518769472</id><published>2010-05-06T22:19:00.002-03:00</published><updated>2010-05-06T22:19:17.145-03:00</updated><title type='text'>toc.</title><content type='html'>não preciso do seu clichêzinho&lt;br /&gt;de não-me-toque,&lt;br /&gt;não quero tocar em você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-346640586518769472?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/346640586518769472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=346640586518769472&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/346640586518769472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/346640586518769472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/toc.html' title='toc.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5982043615840575448</id><published>2010-05-06T22:16:00.000-03:00</published><updated>2010-05-06T22:16:59.850-03:00</updated><title type='text'>Escrevinhar.</title><content type='html'>seria escrever mais adivinhar?&lt;br /&gt;Confesso que não aceito muito.&lt;br /&gt;Não adivinho nada quando escrevo,&lt;br /&gt;eu sei. Eu conheço.&lt;br /&gt;E por isso escrevo.&lt;br /&gt;Tenho vontade de socar esse&lt;br /&gt;sufixo derivacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5982043615840575448?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5982043615840575448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5982043615840575448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5982043615840575448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5982043615840575448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/escrevinhar.html' title='Escrevinhar.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8317097881475779017</id><published>2010-05-06T22:14:00.002-03:00</published><updated>2010-05-06T22:14:32.739-03:00</updated><title type='text'>Como eu escrevo.</title><content type='html'>a palavra escorre do meu cerébro e depois corre freneticamente(FRENETICAMENTE) para&lt;br /&gt;o meu pulso.&lt;br /&gt;É assim que escrevo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8317097881475779017?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8317097881475779017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8317097881475779017&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8317097881475779017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8317097881475779017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/como-eu-escrevo.html' title='Como eu escrevo.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5874604992640907057</id><published>2010-05-06T22:12:00.001-03:00</published><updated>2010-05-06T22:13:03.253-03:00</updated><title type='text'>albergue.</title><content type='html'>a comunicação é muito falha. Conversei com um alemão ontem,&lt;br /&gt;entendi tudo e ontem mesmo,&lt;br /&gt;conversei com uma britânica: confesso que gostei mais do alemão.&lt;br /&gt;mas... o francês mecheu com o meu coração.&lt;br /&gt;E agora, que o russo chegou?&lt;br /&gt;O que fazer dessas migalhinhas de idiomas que sei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ok, este texto está muito inspirado no Albergue Espanhol.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5874604992640907057?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5874604992640907057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5874604992640907057&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5874604992640907057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5874604992640907057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/albergue.html' title='albergue.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3631537117378555419</id><published>2010-05-06T22:08:00.002-03:00</published><updated>2010-05-06T22:09:44.845-03:00</updated><title type='text'>The Ugly Truth.</title><content type='html'>pede a mão, assim como peço seu olhar. Mas, não posso compreender porque a falta de um olhar tão sincero seu existe. Assim, o que custa você me olhar com olhos de alguém? Seus olhos não são de alguém e você diz: &lt;i&gt;O que anda acontecendo na sua cabecinha?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E eu grito bem alto, &lt;b&gt;AL - TO&lt;/b&gt;, o que está acontecendo na minha cabecinha?&lt;br /&gt;E você ri, fico feliz, mas digo: não há nada, só queria entender porque...&lt;br /&gt;- por quê? - ocorre essa pergunta. e eu digo:&lt;br /&gt;- porque você (12788362182t87a6t21387agbn8)&lt;br /&gt;- não entendi.&lt;br /&gt;- nem eu. Posso pular essa pergunta? (na verdade, tenho medo de que você realmente odeie o que eu estou pra dizer, importo-me o suficiente para ter medo.)&lt;br /&gt;Tudo passa,&lt;br /&gt;- eu queria saber porque às vezes parece que você não me ama.&lt;br /&gt;- como?&lt;br /&gt;- às vezes parece que você não me ama, entende?&lt;br /&gt;- Bom, talvez seja porque eu não te amo mesmo. - fico alegre em saber a reposta e puxo você para um abraço.&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3631537117378555419?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3631537117378555419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3631537117378555419&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3631537117378555419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3631537117378555419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/ugly-truth.html' title='The Ugly Truth.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4348208922581142167</id><published>2010-05-06T13:08:00.003-03:00</published><updated>2010-05-06T13:30:04.706-03:00</updated><title type='text'>Con[fortável]formação.</title><content type='html'>&amp;nbsp;Incialmente, tinha perdido este texto, não está igual ao primeiro e não achei tão bom quanto. Mas, eu quis prosseguir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu passo acelera, assim como o passo do meu coração. Mas tento não pensar e atravesso a rua, assim como todos. Estou exatamente no meio de duas pessoas, não sei realmente quem são, mas confesso que é um tanto familiar ou confortável. E bom, se um carro forçar a barra e cruzar o sinal fechado, o choque não será meu. Tenho vontade de morrer, apesar do que disse. No entanto, a obrigação surge primeiro e continuo, porque aceito o fato de que preciso atravessar a rua, trabalhar, fazer o que fui contratada a fazer e o faço, não tão bem, pois não faço devidamente com o que chamam de amor, sobrevivo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Ando apressada entre todos, sinto-me uma enorme remessa de produtos de mesma marca e mesma utilidade: trabalhar. E eu aceito. Evito até olhar nos olhos de outros, prefiro evitar achar em suas íris a falta ou expressão que tanto preciso para gritar e dizer que não aceito.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Então, trabalho sem pensar muito, apenas produzindo e vou embora. Não é uma hora boa para pegar condução. Às vezes consigo sentar e durmo. Ou fico em pé, aceito também. É meu ponto, neste momento, sou chutada para fora. É nesse momento que preciso! tanto daquela porcaria de léxico que me falta. Mas, eu aceito, no final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4348208922581142167?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4348208922581142167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4348208922581142167&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4348208922581142167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4348208922581142167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/confortavelformacao.html' title='Con[fortável]formação.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-158323965251025630</id><published>2010-05-02T19:35:00.000-03:00</published><updated>2010-05-02T19:35:21.511-03:00</updated><title type='text'>Aos amigos.</title><content type='html'>&amp;nbsp;Quando fiz isso, nem pensei realmente no "nada-ao-acaso", mas já que criei, vou deixar aqui. O blog é de uma amiga minha, ok, isso pode ser marketing sim, mas o que custa, né? :D &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu quero saber tudo,&lt;br /&gt;as coisas que me intrigam,&lt;br /&gt;e sem perceber,&lt;br /&gt;você responde:&lt;br /&gt;- Nada ao acaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://nada-ao-acaso.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-158323965251025630?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/158323965251025630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=158323965251025630&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/158323965251025630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/158323965251025630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/05/aos-amigos.html' title='Aos amigos.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7691095960826392658</id><published>2010-04-23T21:50:00.001-03:00</published><updated>2010-04-23T21:50:14.337-03:00</updated><title type='text'>Sobre as dores de dente.</title><content type='html'>Ela conseguiu escrever um livro. Estava feliz, estava bem consigo mesma. Veja, ela conseguiu. Saber que possuía a capacidade de criar lhe dava vontade de viver. E ela podia sorrir, ela realmente podia concordar com "Tudo bem?" "Sim, e com você?", porque ela conseguia criar. Mais não mais que isso, ela tinha entre suas mãos um sorvete. Não era só um sorvete, era um sorvete de morango com calda de morango. Ficou toda lambuzada, mas continuou comendo sorrindo comendo sorrindo sem parar. Talvez, esse era o único marketing que deveria ser feito em tudo: sobre sorvetes. &lt;br /&gt;Uma semana correu a fio, seu sorvete não acabará, mas sua dor de dente chegará. Ela mal podia falar ou dizer oi, sentar doía, comer doía, tudinho. Ela se sentia miserável, sua vida tinha mudado como um estalo - onomatopéia - e ela nem percebeu. Chorou, porque justamente não tinha idéia qual era a solução para seu problema, só doía. Como se seu coração estivesse quebrado, será que um dia ela se sentiria assim novamente? Seu pequeno coração não agüentou de raiva e a partir do momento que saiu do dentista jurou a si mesma que nunca mais sentiria aquela dor. Nunca mais, ela sussurou isso entre lágrimas e canais. &lt;br /&gt;Na época, ela tinha apenas oito anos, mas era já uma pessoa, ela sempre se lembrou da promessa, toda vez que pensava: "Meu príncipe...", mas, ela prometeu que uma dor de coração quebrado é que nem a infelicidade de sofrer de dente. E quando uma pessoa é um touro furioso, ela não consegue parar de acreditar até... bom, não sei. &lt;br /&gt;Nesse mesmo dia, ela tinha recebido parabéns de todos os seus próximos, amigos e parentes e, ela sentia aquele mesmo misto de felicidade: criação + sorvete. Ela sorria, os dentes refletindo o sol, porque eram dentes belos, afinal. Mas, nesse mesmo minuto, na verdade, devo dizer melhor: nesse exato (sem um segundo a menos ou a mais) ela olhou, mas olhou com olhos de luar... E quando uma pessoa vê com olhos de luar: não há mais escapatória. Você foi pego. Para ser um luar completo precisa ser ambos se encontrando no mesmo exato segundo de tempo e foi precisamente isso que aconteceu.&lt;br /&gt;Penso aqui se devo dar detalhes ou se deixarei nas entrelinhas. Mas, o que será que pode ser visto das entrelinhas? O fim dessa história, se ela superou seus medos? E se ela conseguiu sobreviver à dor de um coração quebrado? Ou se ela simplesmente fugiu do luar do belo menino de cabelos cacheados que reluziam no sol? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, aviso: "Sobre as dores de coração" é a continuação de "Sobre as dores de dente."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7691095960826392658?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7691095960826392658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7691095960826392658&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7691095960826392658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7691095960826392658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/04/sobre-as-dores-de-dente_23.html' title='Sobre as dores de dente.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2076104460264181892</id><published>2010-04-23T21:49:00.002-03:00</published><updated>2010-04-24T14:06:30.639-03:00</updated><title type='text'>Sobre as dores de coração.</title><content type='html'>Ele tinha o coração dela nas mãos. Mas, ela se sentia em uma música emo quando pensava nisso. Mas, não podia evitar cair, não podia deixar de pensar nele. Eles estavam juntos, é verdade. Não consigo me recordar o tempo. Apenas me recordo que já não vejo essa mesma menina há três anos. Penso: eles já estão todo esse tempo juntos ou apenas ficaram juntos agora? Caso seja a primeira opção, creio que ela conseguiu superar perfeitamente bem a Dor. Mas, no caso de ser a última a opção, ela ainda enfrentará a tempestade. Mas, prefiro não tentar adivinhar o final de nada. Serei só o relator da história. &lt;br /&gt;Meia-noite. Ela ouvia seu coração sair de si e, sim, ela estava na casa dele. Ela sentia muito muito por ele, algo que ela não tinha palavras. Algo que ela não conseguia decifrar, nem talvez a probabilidade conseguisse, porque se conseguisse, seria ilógico. Mas, ela tinha dúvida e medo. Entretanto, é normal. Todo mundo tem dúvidas e medos, certo?, ela pensou quando sentiu sua mão pelos seus quadris. &lt;br /&gt;Prefiro me refugiar aqui dos detalhes a mais desse dia. Admito que não fiquei triste por ela, afinal, nem feliz. Bom, por que não estou feliz? Porque sou incrédulo. Tudo escapa as minhas vistas, prefiro não ver ou não sentir. No entanto, não consigo me abster o suficiente...&lt;br /&gt;Era o funeral de sua avó, tinha viajado quilômetros, só para estar presente naquele dia, reencontrar seus pais e próximos distantes, as lágrimas que saiam eram talvez de saudade ou tristeza. Ela se recordou de toda sua vida... As brincadeiras na rua até bem tarde, os amigos, os animais de estimação, riu com lágrimas, e chorou com risos. Foi um tempo de recordar. Mas, nesse mesmo passo, seu coração se recordou da dor de dente parecida com a dor no coração, ela sentia aquela dor no peito sem precedentes, ela mal conseguia respirar de tanta dor, retirou-se e chorou através da noite, seu coração não se calava. Acordou, com os olhos chorados, e decidiu voltar para sua casa, precisava descobrir porque seu coração queria sair de si! Ela não conseguia entender, repassava inúmeros pontos da sua vida: estou feliz com meu namorado, estou indo bem na faculdade, meus pais estão bens, tirando o fato de que minha querida avó morreu, mas por que raios meu coração está desse jeito?&lt;br /&gt;Voltar seria a resposta que ela precisava? Não sabia. - bom, acredito que nem eu. Não consigo nem pensar em uma resposta para o colapso.&lt;br /&gt;Ela sentia seu corpo tremer, seus pés sem controle para se manter no chão, mas ela se segurou. Dentro de si. Havia uma carta em cima da mesa e uma rosa. Foi até as duas e olhou... Tinha seu nome, mas já tudo meio embaçado, estava sofrendo antes da hora... mania, mania, mania, controle-se, mania, mania, mania, mania. Antes de ler, ela cheirou a rosa, tragando todo seu perfume, como se pudesse ainda ali sugar dele para si. Ela tinha dentro de si a certeza absoluta de que tinha ido embora, sem porquês, só a partida. E pensar em dizer isso, doía, doía mais do que um dia ela pensou que sentiria com a dor no dente, partida doía demais. Ela precisou sentar na cama. Aliviar o peso e ler na carta. Retirou pausadamente o papel do envelope... &lt;br /&gt;- hey, você! - ... - por que as lágrimas? Não gostou?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2076104460264181892?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2076104460264181892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2076104460264181892&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2076104460264181892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2076104460264181892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/04/sobre-as-dores-de-coracao.html' title='Sobre as dores de coração.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-224165869121675310</id><published>2010-04-09T01:00:00.002-03:00</published><updated>2010-04-09T12:40:39.807-03:00</updated><title type='text'>Parabéns!</title><content type='html'>Esse post é mais do que especial, de fato! Dia 14/04/2010 completo 3 anos neste blog, este espaço que foi adquirindo um lugar certo para as palavras como balas de revólver fazerem seu uso(mas que bela metáfora!), enfim a razão para fazer no dia 9 de abril e não no dia 14 eu, sinceramente, não sei. Acho que é momento. O tempo está gostoso, a sopinha está quentinha *-* E queria agradecer de coração mesmo a todos que já passaram por aqui e em algum momento deixaram palavras carinhosas e conforto digital. A todos que vivem me incentivando para continuar a escrever, continuar no que eu sempre fiz... e que sou boa nisso, porque sinceramente eu não me sinto boa. Admito que melhorei ao longo do tempo, acredito que foi a inúmera quantidade de livros que mastiguei, degluti e o esforço, porque sem esforço somos lixo. Estou quase chorando e não sei exatamente por quê. Eu nunca acreditei que escreveria assim... ou que escreveria bem, meu sonho sempre foi escrever. Desde pequena, lembro-me fazendo inúmeros jornalzinhos para nada, no final, só para sentir o lápis, as palavras. Gosto de como a palavra é formada, e cada letrinha meio que faz meu sangue correr mais rápido, faz sentido? É o ar que respiro. Nossa, clichê :P Mas, não deixa de ser verdade por ser clichê. &lt;br /&gt;É verdade que no início este blog não foi uma ferramenta de postar textos, era uma espécie de diário, mas eu não apaguei e não irei, porque é meu. Faz parte, mesmo algumas partes sendo totalmente deletáveis, partes que gostaria de esquecer, partes que nunca deveriam ter existido, mas não dá para voltar atrás, não dá para fingir que não aconteceu, isso mudaria totalmente a pessoa que escreve aqui loucamente e compulsivamente. (não tão compulsivamente, como antes, admito)&lt;br /&gt;Agradeço novamente a tudo que me fez continuar aqui, porque até hoje não sei como continuo aqui, na verdade, eu sei! Mas, não quero comentar, fica no lugar não-dito... num lugar escondido e protegido junto com as palavras que não foram utilizadas e esperaram para serem, isso me lembra um poema do C.D.A. &lt;br /&gt;Para concluir tudo, meu escudo de palavras que eu uso todos os dias para enfrentar a guerra, mais conhecida como vida. &lt;br /&gt;Um beijo e um abraço BEM MAIS BEM apertado mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-224165869121675310?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/224165869121675310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=224165869121675310&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/224165869121675310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/224165869121675310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/04/parabens.html' title='Parabéns!'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8941273221119749623</id><published>2010-04-02T22:56:00.002-03:00</published><updated>2010-04-02T23:03:19.736-03:00</updated><title type='text'>sobre as coisas bonitas, II</title><content type='html'>ela me disse, "mãe, mãe!" (susto), "o quê?", aponta seus dedos para algo sem direção, bem torto, depois chega mais perto, toda receiosa, "bixo!", rio. "Assopra, amor!" e ela assopra devagar como se os lábios fossem inundar o mundo de tanta cor de alegria e, me deparo chorando e ela limpando as minhas lágrimas.&lt;br /&gt;Percebo o quanto sou fraca nas tuas mãos, pequena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8941273221119749623?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8941273221119749623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8941273221119749623&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8941273221119749623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8941273221119749623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/04/sobre-as-coisas-bonitas-ii.html' title='sobre as coisas bonitas, II'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5445206553785059238</id><published>2010-04-02T22:53:00.000-03:00</published><updated>2010-04-02T22:53:08.255-03:00</updated><title type='text'>sobre as coisas bonitas</title><content type='html'>ainda bem que gosto de você, pensei. Por que, veja bem, como você consegue vestir uma calça xadrez, usar um moletom tão Mauricinho e conseguir dizer que a palavra mais bonita que ouviu do dia foi: terapeuta. Ri e, perguntei, mas por quê?&lt;br /&gt;O cara da calça xadrez, sem estilo diz: As palavras não têm explicação, você precisa entendê-las. Explicar é fraqueza de alma.&lt;br /&gt;Mas, enfim, eu continuei aquele mesmo dia, a apertar a tua mão com força, pedindo (internamente) "não solta da minha mão." Já ouvi isso em algum lugar, não lembro bem, mas gostei de pensar nisso enquanto aperto a sua mão, porque é confortável.&lt;br /&gt;E gosto muito de entrar dentro de suas roupas e sentir seu abraço, mas como eu sou boba e sem explicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5445206553785059238?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5445206553785059238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5445206553785059238&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5445206553785059238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5445206553785059238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/04/sobre-as-coisas-bonitas.html' title='sobre as coisas bonitas'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6563297778317358904</id><published>2010-03-15T01:20:00.001-03:00</published><updated>2010-03-15T01:21:12.584-03:00</updated><title type='text'>Alice em fronteira.</title><content type='html'>Quando pensei em te fazer um poema, eu não tinha o lirismo transformado, tinha das minhas mãos o sonho. | o sonho corria solto dos meus olhos, das mãos. Eu era o sonhar, porque o sonho me sonhava e me acordava. &lt;br /&gt;Mas, até o momento(não posso definir qual exato), que fui tragada por uma fumaça de cigarro urbano dos mais simples, dos mais podres, do mais baratos para... realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6563297778317358904?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6563297778317358904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6563297778317358904&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6563297778317358904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6563297778317358904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/03/alice-em-fronteira.html' title='Alice em fronteira.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7593174172204142475</id><published>2010-03-08T17:01:00.001-03:00</published><updated>2010-03-08T17:04:49.977-03:00</updated><title type='text'>CAOS</title><content type='html'>veja bem, as coisas seriam bonitas se eu acreditasse. Mas, não existe muito bem essa coisa de acreditar. Eu acredito, mas se eu acredito não importa em muito no quê eu acredito, pois se acredito, acredito. Mas, eu simplesmente não consigo acreditar. Por exemplo, não acredito que o leite caiu no chão, que fiquei sem dinheiro para pegar o ônibus, que a vida é tão bela, que as pessoas amam ou, que eu sou feliz. Mas, bom, talvez possa ser contraditório ao dizer que: acredito no caos. Que tudo, tudo, até o seu fio de cabelo está contido no caos. Agora, você está com um ponto estridente na sua face, mas olhe, o caos contém todas as coisas, porque se eu acredito em alguma coisa, a outra pessoa não precisa, necessariamente, acreditar e, simplesmente, no final de tudo isso, está o caos.&lt;br /&gt;A vida tem várias vírgulas que todas colidem num ponto final em qualquer final. Mas, até chegar no final, encontro o caos, saio do caos, volto para caos, penetro minha mão, meu corpo inúmeras vezes para sair e entrar no caos, porque nós não queremos nada mais a não ser: o caos. Mas, ainda tem as pessoas que acreditam que o caos é os outros que fazem, sem perceber que nesse meio tempo, elas criam o caos.&lt;br /&gt;Não há saída, não importa o que você faça, você está dentro dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando parei para pensar neste texto, pensei no Kafka, no Processo e na minha vida sofrendo influências de minha leitura. Ok, isso é só uma nota.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7593174172204142475?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7593174172204142475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7593174172204142475&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7593174172204142475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7593174172204142475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/03/caos.html' title='CAOS'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3444363109443883626</id><published>2010-01-19T23:38:00.002-02:00</published><updated>2010-01-19T23:55:20.500-02:00</updated><title type='text'>as minhas verdades.</title><content type='html'>&amp;nbsp;Bom, a minha intenção neste texto é trabalhar com um fato conhecido por todos. Imagine-se precisando de um emprego, tendo que criar uma família e, sozinho. Perdendo o orgulho em algo que você sabe que te custará boa parte da vida ou a vida inteira e a infelicidade. Tenho medo de alguém pensar em alguma profissão estranha, por isso estou escrevendo aqui. Enfim, espero que gostem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou num belo dia de sol a pino, batendo por nossas cabeças e as rachando. O calor saia das ruas, dos cabelos, dos prédios, do suor, dos pés e das mãos. É difícil encontrar alguém com um sorriso, é difícil encontrar alguém de bom humor. Mas, continuei o caminho, sentindo todo o peso sobre os ombros, a vida, a infelicidade, o lazer, o sol, os olhares, os não-olhares, o não-toque. É longa a estrada para ter fé, para ter coragem, para ter força, sustenção e, mais do que nunca, acreditar. Ontem à noite, sonhei com as coisas mais bonitas que já me aconteceram e o teu sorriso veio à memória: aquele não tão branco, não tão cheio de vida, mas unicamente teu, me fez perceber como as coisas raras são belas, veja bem, são tão poucas. Caem como grãos de areia pelas mãos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Vejo-me de repente parado no meio de alguma rua segurando tudo que coexistia dentro de mim e, chorando. A verdade é carnívora, come meu ser, come minhas forças e sou fraco demais.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Volto. Esbarro. Paro.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Interrogo-me sobre as inúmeras possibilidades e escolhas que estão na minha frente no momento e, decido, continuar. Analisar é uma tarefa que requer prática e esforço, mas com o tempo, torna-se fácil e volátil. Pois bem, segui o caminho com a melhor das opções dentro do bolso. A vida é dura, dizia alguém. Entendo isso quando não há escolhas, apenas caminhos pelos quais você não quer exatamente seguir. Segurei o que precisei e andei, andei sem pensar. Tinha certeza que a arte de pensar não cairia bem no momento. Senti teu rosto em minhas mãos, teus cabelos cacheados ondulando sobre meu corpo e toda a intensidade que possui. És feiticeira, tenha certeza. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Meu coração acelerou conforme cheguei à porta e, resolvi entrar. Parecia que não era surpresa a minha presença ali, então fiz todo o procedimento e aceitei o emprego. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3444363109443883626?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3444363109443883626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3444363109443883626&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3444363109443883626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3444363109443883626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/01/as-minhas-verdades.html' title='as minhas verdades.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2222580254078088199</id><published>2010-01-12T15:31:00.002-02:00</published><updated>2010-01-12T15:34:18.119-02:00</updated><title type='text'>Helena.</title><content type='html'>Era assim: Helena, treze anos, óculos caído, sorriso torto e mãos pequenas com dedos longos. Sapatos pequenos para pés sem vontade de andar, cabelo.&lt;br /&gt;Contarei do meio a sua história, pois não me vem à memória informações exatas e precisas sobre sua vidinha até sair do útero. Mas, ela era assim, assim como alguém é, carne e osso, osso e unhas.&lt;br /&gt;Ela gostava de escovar os dentes e ler placas de carro. Suportava português, história e geografia, mas, geralmente, indaga-se "Por que não há diversão?" Nenhuma dessas pessoas sorriem, veja bem, ela imaginava batalhas sangrentas, mas com os verdadeiros urros de vitórias, mas via nada disso&amp;nbsp; nos livros, e a gramática então? "Deve-se colocar o pronome pessoal do caso reto na frente das frases e blábláblá" Perdia o foco, ponto e vírgula. &lt;br /&gt;Ela usava os cabelos presos, sempre e sempre, as mãos trêmulas sempre e sempre. E os lápis fervorosos para escrever. E ela não gostava de acordar cedo, tinha cara de empada, confesso. Ela não era bonita, era feia, mas graciosa e dedicada.&lt;br /&gt;Lembro-me do seu primeiro dia como qualquer outro: primeira carteira, seu nome escrito e #@#$@$#!$. Nunca teve amigos, e ponto final.&lt;br /&gt;Mas, neste exato momento, alguém puxa seu cabelo _______________________________&lt;br /&gt;Ela olha e pergunta:&lt;br /&gt;- Por que você fez isso?&lt;br /&gt;- Porque não gosto de você, feiosa.&lt;br /&gt;- Bom, também não aprecio nenhum pouco a sua presença, mas não sou má-educada.&amp;nbsp; - a menina atrevida, torna-se um tomate e a agarra pela blusa, levantando-a sem esforço da cadeira, joga no chão e... Helena sorri torto e quebrado agora. Mas, como se houvessem puxado sua mão, erguido-a do chão, retirado-a da lama, ela levanta-se, as lágrimas nos olhos que são limpas, ela mal pode enxergar. Ela mal pode respirar, seu peito doía de fora para dentro. De dentro para fora. Ela não queria ter perdido o dente, ela queria tê-lo para sempre, seu sorriso era torto, mas não quebrado. Helena não estava quebrada, não e não! Tornou-se aquilo que os olhos não podem ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2222580254078088199?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2222580254078088199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2222580254078088199&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2222580254078088199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2222580254078088199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/01/helena.html' title='Helena.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6584094245918921211</id><published>2010-01-12T15:29:00.000-02:00</published><updated>2010-01-12T15:29:39.136-02:00</updated><title type='text'>Boom!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 12px; white-space: pre-wrap;"&gt;eu(e interminavelmente eu) grito que te(objeto indireto) quero de forma dolorida e única. Não te(direto) quero como quero você, mas quero unicamente a você. E eu não preciso de uma língua exata para tal expressão. Meus pulsos querem você, a cada sílaba. E da necessidade que se torna medo. Mas, não um medo comum, meu medo é meu medo, unicamente meu. E eu não tenho desejo te compartilhar, pois meu querer é, de forma uniforme, parte do meu interior que quer você. Abraço a mim, abraçando você e... estou de alguma forma bem. Dos pulmões saem a dor. (explosão) Lembra que eu te disse que explodo?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6584094245918921211?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6584094245918921211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6584094245918921211&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6584094245918921211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6584094245918921211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/01/boom.html' title='Boom!'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-9082589028960648060</id><published>2010-01-12T15:28:00.000-02:00</published><updated>2010-01-12T15:28:57.702-02:00</updated><title type='text'>Virgília</title><content type='html'>A Realidade corrói. &lt;br /&gt;Em letra maiúscula.&lt;br /&gt;A vida que me deu, &lt;br /&gt;era vidro e se quebrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor que me tinhas, &lt;br /&gt;era muito e...&lt;br /&gt;sou pouco. &lt;br /&gt;Deus me olha aqui de cima e,&lt;br /&gt;sou pouco, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a vírgula que corta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-9082589028960648060?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/9082589028960648060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=9082589028960648060&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/9082589028960648060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/9082589028960648060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/01/virgilia.html' title='Virgília'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2751208976753919415</id><published>2010-01-06T00:07:00.000-02:00</published><updated>2010-01-06T00:07:26.134-02:00</updated><title type='text'>Fio de cabelo.</title><content type='html'>&lt;i&gt;Arrebente-me as pontas e, enlace-as pelo meu corpo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero teu copo de vida,&lt;br /&gt;o corpo cheio de lágrima.&lt;br /&gt;A vida que escorre,&lt;br /&gt;o pão que acaba e,&lt;br /&gt;o tempo que não muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu sou assim um fio de cabelo.&lt;br /&gt;Entrelaço-me por tuas mãos,&lt;br /&gt;sou teu.&lt;br /&gt;Fio forte.&lt;br /&gt;Fio claro como o sol do amanhecer.&lt;br /&gt;Fio que se confunde com ser e&lt;br /&gt;[preencher um espaço vazio&lt;br /&gt;______________________&lt;br /&gt;Cabelo: a junção de todas esssas&lt;br /&gt;[mini-partículas: fios?&lt;br /&gt;Seremos todos fios?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2751208976753919415?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2751208976753919415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2751208976753919415&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2751208976753919415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2751208976753919415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/01/fio-de-cabelo.html' title='Fio de cabelo.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3013593379142386151</id><published>2010-01-06T00:03:00.000-02:00</published><updated>2010-01-06T00:03:57.341-02:00</updated><title type='text'>Partituras.</title><content type='html'>A parte que cabe,&lt;br /&gt;apodrece.&lt;br /&gt;A parte que morre,&lt;br /&gt;revive.&lt;br /&gt;A parte que mora,&lt;br /&gt;resiste.&lt;br /&gt;A parte da parte,&lt;br /&gt;é minha moradia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou pouco.&lt;br /&gt;Mas, sou breve...&lt;br /&gt;Bre - ve [leve]&lt;br /&gt;Sou vento, à parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3013593379142386151?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3013593379142386151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3013593379142386151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3013593379142386151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3013593379142386151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2010/01/partituras.html' title='Partituras.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4512591079873154197</id><published>2009-12-27T12:58:00.005-02:00</published><updated>2009-12-27T13:38:26.965-02:00</updated><title type='text'>NOTÍCIA TIRADA DE UM JORNAL, PARTE VI</title><content type='html'>Agradeço por você viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4512591079873154197?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4512591079873154197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4512591079873154197&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4512591079873154197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4512591079873154197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/12/noticia-tirada-de-um-jornal-parte-v.html' title='NOTÍCIA TIRADA DE UM JORNAL, PARTE VI'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6524785710534034770</id><published>2009-12-27T12:58:00.004-02:00</published><updated>2009-12-27T13:38:20.976-02:00</updated><title type='text'>NOTÍCIA TIRADA DE UM JORNAL, PARTE V</title><content type='html'>Queria que você tivesse aqui para o Natal, pensei nos momentos que passamos juntos e, tenho certeza que a sua presença é importante. Venha para o Ano Novo, acho tediante ver aquelas luzes sem ter seu abraço por perto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6524785710534034770?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6524785710534034770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6524785710534034770&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6524785710534034770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6524785710534034770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/12/noticia-tirada-de-um-jornal-parte-iv.html' title='NOTÍCIA TIRADA DE UM JORNAL, PARTE V'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6614984368791778853</id><published>2009-12-25T01:40:00.001-02:00</published><updated>2009-12-25T03:27:41.897-02:00</updated><title type='text'>Felicidade.</title><content type='html'>Saiu de casa, o sopro no peito apertava seu coração. Acontecia a manifestação de algo maior do que ela jamais virá. Andou e a lua parecia mostrar o caminho, um caminho que ela já conhecia. Ajoelhou-se, apertou as mãos ao peito. Sentiu a luz emanar em si, para si e para o Mundo, unia-se ao Universo, sentia toda a vibração fluir de seus dedos, pelos braços, êxtase. Seu corpo tremia com o vento gélido que a rodeava e, ao mesmo tempo, acolhia. Sentia-se tomada de alguma força que já conhecia... há tanto tempo atrás. As lágrimas que antes eram presas, acumuladas dentro do peito, eram inevitáveis. Chorou sem saber porque chorava. Chorou por tudo que antes era controlado, contido. Abraçou a si mesma em um abraço reconfortador, retirando as mágoas.Pegou tudo o que caiu de si e sorriu. O sorriso iluminava o mundo ao redor, mas era noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amplos sentidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6614984368791778853?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6614984368791778853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6614984368791778853&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6614984368791778853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6614984368791778853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/12/felicidade.html' title='Felicidade.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4123904631518652912</id><published>2009-12-15T22:10:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T22:10:57.403-02:00</updated><title type='text'>desabafo literário.</title><content type='html'>sinto falta de contar histórias, ter os personagens, mas eles não são tão interessantes no momento. sinto falta de ler, sinto tanta falta de ler. Estagnei. Leio alguns capítulos, sou tomada por uma enxurrada de coisas para fazer, largo. Queria ter lido todos os livros quando era nova e, assim, ter mais tempo para pesquisar mais. Camus, Dostoiévski, Nietzsche(que tenho absoluta certeza que irei odiar), Victor Hugo(que é excelente demais, mas falta-me disposição). Verdadeira paciência para ler. Será que o Borges me estragou? Não acho. Eu lembro de devorar os livros, o prazer de ler, mas depois fiquei tão leitora, aquele tipo de leitor do IBGE que você nunca viu/não tem idéia(ideia) de quem seja. Claro, eu leio a enorme quantidade de textos que sou obrigada a ler para faculdade. Mas, prazer? A minha última leitura, re-leitura prazerosa, foi A Hora da Estrela. Mas, confesso que me arrependi de estudar Clarice em teoria literária.&lt;br /&gt;Preciso encontrar algo que me agrade, sou uma leitora virgem a partir de agora. Ok, nunca serei virgem em leitura, nunca mais, nem vocês também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4123904631518652912?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4123904631518652912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4123904631518652912&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4123904631518652912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4123904631518652912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/12/desabafo-literario.html' title='desabafo literário.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1327988681270431671</id><published>2009-12-13T20:58:00.001-02:00</published><updated>2009-12-13T20:59:12.017-02:00</updated><title type='text'>manhã.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;trouxe as palavras mais simples,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;entrou sorrateiramente dentro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;[do meu coração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;pediu café e pão com manteiga,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;acendeu às velas à meia-noite&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;[do meu pulmão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;pediu baixinho para eu ficar,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;respondi respirando estações,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;que era o lugar que queria ficar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1327988681270431671?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1327988681270431671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1327988681270431671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1327988681270431671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1327988681270431671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/12/manha.html' title='manhã.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2757729370446327590</id><published>2009-12-04T23:26:00.000-02:00</published><updated>2009-12-04T23:26:40.918-02:00</updated><title type='text'>shine.</title><content type='html'>O sol sempre volta a brilhar, mamãe me disse e, respondi: Mas está chovendo....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2757729370446327590?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2757729370446327590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2757729370446327590&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2757729370446327590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2757729370446327590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/12/shine.html' title='shine.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2336922716460628703</id><published>2009-11-12T15:39:00.011-02:00</published><updated>2010-01-12T15:27:44.755-02:00</updated><title type='text'>Helena.</title><content type='html'>Era assim: Helena, treze anos, óculos caído, sorriso torto e mãos pequenas com dedos longos. Sapatos pequenos para pés sem vontade de andar, cabelo.&lt;br /&gt;Contarei do meio a sua história, pois não me vem à memória informações exatas e precisas sobre sua vidinha até sair do útero. Mas, ela era assim, assim como alguém é, carne e osso, osso e unhas.&lt;br /&gt;Ela gostava de escovar os dentes e ler placas de carro. Suportava português, história e geografia, mas, geralmente, indaga-se "Por que não há diversão?" Nenhuma dessas pessoas sorriem, veja bem, ela imaginava batalhas sangrentas, mas com os verdadeiros urros de vitórias, mas via nada disso&amp;nbsp; nos livros, e a gramática então? "Deve-se colocar o pronome pessoal do caso reto na frente das frases e blábláblá" Perdia o foco, ponto e vírgula. &lt;br /&gt;Ela usava os cabelos presos, sempre e sempre, as mãos trêmulas sempre e sempre. E os lápis fervorosos para digitar. E ela não gostava de acordar cedo, tinha cara de empada, confesso. Ela não era bonita, era feia, mas graciosa e dedicada.&lt;br /&gt;Lembro-me do seu primeiro dia como qualquer outro: primeira carteira, seu nome escrito e #@#$@$#!$. Nunca teve amigos, e ponto final.&lt;br /&gt;Mas, neste exato momento, alguém puxa seu cabelo _______________________________&lt;br /&gt;Ela olha e pergunta:&lt;br /&gt;- Por que você fez isso?&lt;br /&gt;- Porque não gosto de você, feiosa.&lt;br /&gt;- Bom, também não aprecio nenhum pouco a sua presença, mas não sou má-educada.&amp;nbsp; - a menina atrevida, torna-se um tomate e a agarra pela blusa, levantando-a sem esforço da cadeira, joga no chão e... Helena sorri torto e quebrado agora. Mas, como se houvessem puxado sua mão, erguido-a do chão, retirado-a da lama, ela levanta-se, as lágrimas nos olhos que são limpas, ela mal pode enxergar. Ela mal pode respirar, seu peito doía de fora para dentro. De dentro para fora. Ela não queria ter perdido o dente, ela queria tê-lo para sempre, seu sorriso era torto, mas não quebrado. Helena não estava quebrada, não e não! Tornou-se aquilo que os olhos não podem ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2336922716460628703?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2336922716460628703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2336922716460628703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2336922716460628703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2336922716460628703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/11/era-assim-helena-treze-anos-oculos.html' title='Helena.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3772541819664574800</id><published>2009-10-28T23:00:00.002-02:00</published><updated>2009-11-18T22:06:42.002-02:00</updated><title type='text'>linha que não é reta.</title><content type='html'>eu sei que há muitas coisas para serem ditas _____________________________________ , mas há pouco espaço para sentir, pouco espaço para respirar ar. - ar - ar. o grito ecoa e preciso um pouco de espaço dentro dessa médula, dentro dessa parede maciça que me vejo agora, sou concreto, sou cinza, sou tão opaca que não sorrio. Odeio aquele boneco smile, na verdade, somos verdadeiros opostos. Mas, ontem, ontem, ah sim, foi ontem mesmo, andava pelas ruas, passo, pisco, passo, olho para baixo, passo, penso, penso, penso, pensopensopensopensopensopenso, passo e passei a pensar o que estava realmente fazendo e me perdi. Completamente, suspirei e olhei para nenhum lugar, pois não tinha lugar para ver, eu não queria olhar para realidade, ela me puxa para um caminho que não quero ir, odeio ir por aí, não quero ser como todo mundo, não quero entrar aí e eu choro suavemente, não quero entrar aí, pareço uma criança indefesa e, não sei o que fazer, mamãe ensina a gente quando nos perdemos, mas mamãe me abandonou e eu? "Que faço dessa vida sem você?"&lt;br /&gt;Acho que sigo em frente. Ando com lágrimas nos olhos, não vejo ninguém, não quero ser vista, a partir do momento no qual não quero que me veja, torno-me invisível, começo a rir baixinho, baixo, médio, alto, grave e... Lembro da Ophélia, belíssima péssima, belíssima! Sigo o caminho que o destino me manda, não pego na tua mão, não quero a sua mão, não preciso de guia, ouviu bem? Mas tu me beijas, me beijas, veja só! Sigo você, passo, passo passo passo passo passo passo - calçados fazendo barulho - passo a vida assim calma como a brisa e sem entrar naquela porta atormenta meus sonhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3772541819664574800?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3772541819664574800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3772541819664574800&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3772541819664574800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3772541819664574800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/linha-que-nao-e-reta.html' title='linha que não é reta.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1416985430534960993</id><published>2009-10-19T10:40:00.000-02:00</published><updated>2009-10-19T10:40:15.663-02:00</updated><title type='text'>A falta de lágrimas</title><content type='html'>Não sei, às vezes surge como um lampejo dentro do meu peito, algumas vezes, sinto-me tocada por algo mais, algumas notas no violão, uma voz vibrante que puxa minha'lma, arrasta tudo para fora de mim como um mar revolto que você tem absoluta certeza que não terá forças para ir contra e, não consigo e não quero, por isso nado junto. Meu coração é tragado por tantas, inúmeras emoções. Lembro-me de andar na rua e sentir meu peito pulsando em agonia querendo libertar-se, e a vontade louca de chorar até perder o ar, até sentir meu corpo inteiro batendo e não ter mais forças. No entanto, minhas lágrimas são presas... meus olhos estão duros como pedras, mas eu sou um rio, eu tenho tanta água para chorar que não me é suficiente soltar lágrimas dos olhos, assim solto das minhas mãos que ficam encharcadas, de meu corpo que deixa de ser duro e torna-se algo fácil de se levar, sou carregada pelo sentir. E às vezes, é só uma nota... &lt;br /&gt;Mas, não sei o que me dá, é simplesmente uma emoção saída das profundezas do meu ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1416985430534960993?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1416985430534960993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1416985430534960993&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1416985430534960993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1416985430534960993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/falta-de-lagrimas.html' title='A falta de lágrimas'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5700610127661998626</id><published>2009-10-12T20:12:00.001-03:00</published><updated>2009-10-12T20:13:39.752-03:00</updated><title type='text'>Infância sem</title><content type='html'>e eu apago a luz, assim como apago dentro do meu peito: a luz, arrasto meus pés lentamente, sentindo-os puxando cada centímetro de pó do chão, olho a janela: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;meus olhos desenham a imagem... mas era um dia bonito, entardecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pego meu livro, não o meu livro, porque não escrevo. Nesse preciso momento, tenho um dejà vu, banhava-me nas águas, meu coração molhado palpitava todo as emoções que escorriam para fora de mim, vi formas de rosquinhas açúcaradas, puxei-a e degluti para dentro da minha'lma, era criança, era deveras pueril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Deveras pueril.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, toma-me a realidade, tenho 12 anos e... não lembro, acreditam que minha memória simplesmente bloqueou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou carregando algo e não sei por quê, nem como... mas lembro de ver céu, céu, depois sangue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5700610127661998626?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5700610127661998626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5700610127661998626&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5700610127661998626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5700610127661998626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/infancia-sem.html' title='Infância sem'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5621959377626024391</id><published>2009-10-07T20:13:00.000-03:00</published><updated>2009-10-07T20:13:09.602-03:00</updated><title type='text'>Hi - a - to</title><content type='html'>o salto quebrado era apenas uma pequena falha, ligeira. Pisou torta, mas seguiu em frente, pegou a bolsa.&lt;br /&gt;Atiro-a novamente, não, não! Você ouviu? Grito.&lt;br /&gt;Há muitos meios de ajeitar isso, você sabe, não sabe? Ah sim, olha, eu posso gostar de gatos, de café no jornal, de limpar a casa e de lavar suas roupas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hiato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Escrevo, unicamente, para suportar a dor. Ah, como eu quero que vá embora. Ontem, ouvi na música 'I want back the years that you took when I was young.' sinto-me só osso e carne, nada resta dentro de mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5621959377626024391?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5621959377626024391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5621959377626024391&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5621959377626024391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5621959377626024391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/hi-to.html' title='Hi - a - to'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5489831678385162375</id><published>2009-10-07T15:44:00.002-03:00</published><updated>2009-10-07T20:11:07.660-03:00</updated><title type='text'>/</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Na própria consciência do Eu, prólogo: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Este texto é dedicado à personagem que se confunde em duas, ao texto. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-parent:"";	margin:0cm;	margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}p	{mso-margin-top-alt:auto;	margin-right:0cm;	mso-margin-bottom-alt:auto;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  Não sei se sou parte ou à parte.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Estou transcendendo, afogo-me dentro da banheira, ou... Não sei se edifico ou desmorono, copo semi-vazio. Há fundo demais dentro desse pouco, pouca água, mas é tão grande que me afoguei ali dentro. E não sai mais, respiro água. A parte que não cabe, que nunca coube, que não entra, sufoco - sufoco! - só foco dentro do meu próprio copo, sou deserto. Há areia em meus olhos, entrou de forma sorrateira e, delicada, para dentro da imensidão vazia, então, esta me cega, enxergo a brancura. Estou nua, meu cor(po)ação desmonta, eu não te pedi isso! Sou. Demais. A goma de mascar mastigou, deglutiu minha essência, que por fim, tornou-se ácida, meu estômago transformou-se numa grande úlcera de essência.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Meu Deus. Meu Deus.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Lembrei-me por onde andei, naquele sonho(?) - chame como quiser, apenas sei que o corredor era deserto, minha vida afundou, Queda.&lt;/i&gt; Não, não te peço mais do que uma parte minha, quero uma parte minha. E para mim. Desmorono.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Viver. Viver me cansa, corrói as minhas mãos, meus cabelos. Mas, recordo do belo relógio que me deu, achei deveras ofensivo, relógio que sorri. Onde já se viu dar um presente desse! Pensei que me querias bem, mas vejo, veja só!, você também. Já sou parte de algo que não quero ser.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Entenda-me bem: não sou incluída. Sou à parte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Digo desesperadamente centenas, centenas e centenas de vezes o condenável. Não, não me peça demais...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Afogo-me.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Grito-me.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ainda,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;estou aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5489831678385162375?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5489831678385162375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5489831678385162375&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5489831678385162375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5489831678385162375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/blog-post.html' title='/'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7807163576230589984</id><published>2009-10-03T23:47:00.001-03:00</published><updated>2009-10-03T23:48:36.985-03:00</updated><title type='text'>raiz.</title><content type='html'>ah, ah! o coração salta, respira, pulsa, sístole diástole. Mas que me importa! Repito, rio do céu que está bem acima - azul, azul, azul - repito. Não me canso de retonar ao mesmo assunto.&lt;br /&gt;E passo por um cartaz sobre tristeza, mas não meu coração não está afundando dentro do meu peito, ele está nas minhas mãos. Eu grito e meu grito corre avenidas. (mas meu grito não é um grito de sentimento desespero, não gosto de confusão. Não gosto de ter que me repetir eternamente).&lt;br /&gt;Escuto Belchior enquanto me enlanço nos teus cabelos, na tua nuca serena, na tua pele calma...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7807163576230589984?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7807163576230589984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7807163576230589984&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7807163576230589984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7807163576230589984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/raiz.html' title='raiz.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-117831798328190091</id><published>2009-10-01T21:22:00.000-03:00</published><updated>2009-10-01T21:22:32.521-03:00</updated><title type='text'>Par - te</title><content type='html'>você é parte,&lt;br /&gt;parte,&lt;br /&gt;parte do céu,&lt;br /&gt;onde nasceu,&lt;br /&gt;você queimou lá.&lt;br /&gt;Incendiou meu coração,&lt;br /&gt;agora,&lt;br /&gt;coração-em-chamas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não! Não troque o que te disse por qualquer mera palavra, minhas palavras são únicas e guardadas para ti, admito que sou amante, amante seu, mas sou único pelo fato de dedicar o amor a uma pessoa. Mas, não sou único em muitas outras deles, então, meu bem, deixe-me ser... deixe-me ser...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-117831798328190091?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/117831798328190091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=117831798328190091&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/117831798328190091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/117831798328190091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/10/par-te.html' title='Par - te'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8978258001253542891</id><published>2009-09-07T00:05:00.001-03:00</published><updated>2009-09-07T00:06:16.194-03:00</updated><title type='text'>Interior.</title><content type='html'>Retiro nada,&lt;br /&gt;nem sequer papel,&lt;br /&gt;água,&lt;br /&gt;vidro,&lt;br /&gt;sonho,&lt;br /&gt;vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tirei o pó dos móveis,&lt;br /&gt;não.&lt;br /&gt;Não arrumei a sala,&lt;br /&gt;nem os armários,&lt;br /&gt;nem os papéis,&lt;br /&gt;nem a minh'alma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirei nada que você disse,&lt;br /&gt;porque não achei necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de me exteriorizar,&lt;br /&gt;sou parte unicamente interior&lt;br /&gt;do próprio interno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8978258001253542891?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8978258001253542891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8978258001253542891&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8978258001253542891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8978258001253542891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/09/interior.html' title='Interior.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1447401675797075525</id><published>2009-09-07T00:02:00.000-03:00</published><updated>2009-09-07T00:02:26.226-03:00</updated><title type='text'>Exterior.</title><content type='html'>tiro o café amargo do bolso,&lt;br /&gt;tomando todo o amargo do dia,&lt;br /&gt;trago a cafeína&lt;br /&gt;em goles profundos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tiro o céu das mãos,&lt;br /&gt;faço estrelas a colorir&lt;br /&gt;o corpo intacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tiro o coração (mente)&lt;br /&gt;[do sentimento,&lt;br /&gt;transformo tudo em poesia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1447401675797075525?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1447401675797075525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1447401675797075525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1447401675797075525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1447401675797075525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/09/exterior.html' title='Exterior.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5689192333934237111</id><published>2009-09-06T23:49:00.000-03:00</published><updated>2009-09-06T23:49:11.594-03:00</updated><title type='text'>Respira-me.</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;afogue-me na tua vida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;em teu mar de sonhos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;nas tuas nuvens algodão-doce.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;eu preciso ser afogada, eu te grito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;você responde conscientemente a este,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;e eu corro em agonia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;para teu braço-onda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ressaca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vomito tudo, de ontem,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;de hoje, de amanhã,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;estou limpa, me suja!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- protesto nas ruas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;lotadas de gente que morrem,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;esbarram-se, andam,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;e eu &lt;b&gt;protesto&lt;/b&gt;. -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Respira - me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Toma-me pela mão,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;sou teu cigarro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;puxa, traga, solta,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;respira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E assim que entro em você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5689192333934237111?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5689192333934237111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5689192333934237111&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5689192333934237111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5689192333934237111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/09/respira-me.html' title='Respira-me.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1320170783242602979</id><published>2009-08-30T17:26:00.000-03:00</published><updated>2009-08-30T17:26:48.879-03:00</updated><title type='text'>Informações.2009</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Bom, queria dizer primeiramente que mudei o layout, já era um desejo antigo mudar, porque foi uma espécie de promessa manter aquele layout até um tempo, mas não quero realmente comentá-la aqui. Eu estava mexendo nos posts não-feitos, que ficam de rascunho salvos pelo blogspot(que já salvou inúmeras vezes textos meus, salve!) , e achei uns três ou quatro. Achei um pessoal, preferi não postar aqui, afinal é esse daqui é para textos, deixo o pessoal de lado aqui, às vezes. Mas, eu espero que gostem das alterações. E eu não gosto muito de dizer esse tipo de coisa de informações e tal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Mas, enfim, só isso mesmo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Beijos a todos que passam por aqui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1320170783242602979?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1320170783242602979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1320170783242602979&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1320170783242602979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1320170783242602979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/informacoes2009.html' title='Informações.2009'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1763065716388061618</id><published>2009-08-30T17:22:00.000-03:00</published><updated>2009-08-30T17:22:45.363-03:00</updated><title type='text'>As Personagens.</title><content type='html'>E se todos as personagens&lt;br /&gt;que você possui fossem reais?&lt;br /&gt;E se de repente, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;elas&lt;/span&gt; fossem carne,&lt;br /&gt;osso e unhas.&lt;br /&gt;E se mais ainda, soubessem que&lt;br /&gt;você escreve sobre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;elas&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;Então, à noite, te puxassem e,&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_0"&gt;delicadamente&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;assim como você, poeta&lt;br /&gt;ou só de avulsos, e te matassem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1763065716388061618?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1763065716388061618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1763065716388061618&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1763065716388061618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1763065716388061618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/as-personagens.html' title='As Personagens.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-9027904456272184371</id><published>2009-08-30T17:20:00.000-03:00</published><updated>2009-08-30T17:20:03.883-03:00</updated><title type='text'>ressaca.</title><content type='html'>o céu, estrelas, verde, mar, céu, céu, azul, música, café, palavras, meu &lt;span id="SPELLING_ERROR_0"&gt;sussurro&lt;/span&gt; te invadindo, teu coração porta aberta para o mar que segue em ondas de ressaca para as tuas areias brancas.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E eu só vejo: tudo e agora. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-9027904456272184371?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/9027904456272184371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=9027904456272184371&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/9027904456272184371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/9027904456272184371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/ressaca.html' title='ressaca.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1776695397242609410</id><published>2009-08-28T21:14:00.005-03:00</published><updated>2009-10-18T19:51:24.454-02:00</updated><title type='text'>Faixa de _.</title><content type='html'>Deveria dizer verdadeiramente ao mundo: estou cansada. É, não venham com essa conversa mole e cheia de ascos que cansaço é algo relativo. Não vejo nenhuma relatividade em sentir dor ou querer morrer de cansaço, vocês dizem&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "há gente pior"&lt;/span&gt;. Sempre há gente pior, talvez por isso que vivemos no capitalismo, quero dizer: estou cansada, sem ao menos sentir-me culpada por estar. Sento-me no &lt;span id="SPELLING_ERROR_0"&gt;banquinho&lt;/span&gt; da praça, olho os gatos, mantenho-me presa neles, eles são os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;únicos&lt;/span&gt; que não podem estar cansados, faço carinho levemente num deles, enquanto penso em como odeio sentir que estou cansada e não queria estar assim.&lt;br /&gt;Perdi o saco de viver, pronto e acabou. Vou embora, consumir minha vida em outro lugar. Vou viver pescando, pronto, maravilhoso. Até &lt;span id="SPELLING_ERROR_1"&gt;surgir&lt;/span&gt; o pensamento que tenho medo do mar, tenho tanto medo que não quero mais ser pescadora, não, não. Quero ser pediatra, ah sim, sempre quis, sempre quis. Estou contente agora, olho pro céu, céu, céu x5 e c[h]&lt;span id="SPELLING_ERROR_2"&gt;ão&lt;/span&gt; morto. Sai de minha boca um grito, e desisto de ser veterinária. Pego minhas coisas, solto o gatinho e saio apressadamente, &lt;span id="SPELLING_ERROR_3"&gt;irritadamente&lt;/span&gt;, compulsivamente daquele lugar, não quero mais saber de nada. Nem de carreira, nem de céu, nem de mim, nem da porcaria do cansaço. Sigo em frente, vejo três &lt;span id="SPELLING_ERROR_4"&gt;putas&lt;/span&gt; baratas e sujas conversando, paro justamente em frente a elas, mantenho-me fixa em seus corpos, feios, suados e sujos. Elas mordem seus lábios, roem as unhas, olham para mim e me xingam. Eu digo:&lt;br /&gt;- Vocês são lindas. - elas abrem os olhos como faróis largos, xingam-me novamente e sou até chamada de &lt;span id="SPELLING_ERROR_5"&gt;puta&lt;/span&gt;, fico feliz e vou embora. Não estou mais cansada, agora sou uma prostituta, elas não se cansam, não. Trabalho fácil e dinheiro, corpo bonito e esbelto. Volto lá e digo:&lt;br /&gt;- Quero trabalhar aqui. - elas riem compulsivamente de mim, continuo estagnada e sorrio. Elas acreditam em mim, e dizem que este é o ponto delas. Ah, como se eu quisesse pegar algum &lt;span id="SPELLING_ERROR_6"&gt;ônibus&lt;/span&gt; aqui. Vou me embora, &lt;span id="SPELLING_ERROR_7"&gt;putas&lt;/span&gt; são burras e má educadas. Volta-me o cansaço, tenho vontade de cair neste chão duro e quente, minhas pernas movem-se pesadamente de minha cintura e tenho vontade de chorar. Paro para o sinal, mas ele está aberto e sigo em frente... até não ver mais nada. Estou cansada, é verdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1776695397242609410?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1776695397242609410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1776695397242609410&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1776695397242609410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1776695397242609410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/faixa-de.html' title='Faixa de _.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-8188170664176151881</id><published>2009-08-05T21:15:00.003-03:00</published><updated>2009-08-05T21:22:48.394-03:00</updated><title type='text'>Real.</title><content type='html'>A verdade é que você mente, mente muito mesmo. Alguém-conhecido, na rua, te pergunta:&lt;div&gt;- Tudo bem? - você, descaradamente, responde que sim. Mas, seu dia foi tão ruim que você até pensou em morrer várias vezes seguidamente, e você até sorri. Não é simplesmente fácil, dizer:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Não, eu não estou bem, é a única coisa que eu não estou. Quero morrer. - e diz como foi seu dia, como sua vida é uma merda. É simplesmente &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;frustrante&lt;/span&gt;, a pessoa vai arregalar os dois olhos, chamar você de maluco, dizer que você precisa procurar ajuda médica, que existe &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;deus&lt;/span&gt; para os teus problemas, que a vida é a assim mesmo. Você tem a certeza que ela não vai dizer também: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu também penso isso. É tão ruim. - e vocês estão ligados,  mas nós somos formigas. Nós esbarramos, dizemos nada, roubamos parcela de gente, de alma, sem nem ao menos dizer algo para elas. &lt;i&gt;"Eu entendo sua dor"&lt;/i&gt;, mas seguimos a vida que nem um bando de estranhos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-8188170664176151881?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/8188170664176151881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=8188170664176151881&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8188170664176151881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/8188170664176151881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/real.html' title='Real.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6325090769518864387</id><published>2009-08-02T18:26:00.001-03:00</published><updated>2009-08-02T18:30:03.070-03:00</updated><title type='text'>Qualquer parte, II</title><content type='html'>&lt;div&gt;Das minha mãos se fez o Mundo, o mundo azul, dos meus cabelos saíram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;enormes&lt;/span&gt; raízes de vida, brotando em pequenos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;pedaços&lt;/span&gt;, dos meus seios surgiu alguma espécie de flor rara. Eu me vi repleta de alguma coisa indefinível... algum pó, disseram-me que era pó das estrelas, dei para sonhar, fiz castelos de chocolate e sonho. magia, magia, magia, magia! Minha vida explodiu em milhares de poros de vida e felicidade. Ah, eu era... e da minha boca não saia palavras, apenas gritos, mas não o grito de pavor,&lt;i&gt; (como é que se cria um grito feliz?)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho impossível. Tudo bem, eu não soltei gritos de felicidade, eu. Eu, eu me invadi de felicidade, um estupro de alegria. E você me disse &lt;i&gt;"Estupro?"&lt;/i&gt; Sim, foi tão violento dentro de mim que foi um estupro, teve dor, mas foi dor boa! E tu me pegas pela mão, segura-me fundo e diz: &lt;i&gt;"Dor boa?" &lt;/i&gt;Sim, sim, sim, sim! Dor boa. Você gargalha de mim, sinto-me ofendida, taco toda as minhas tintas e vida em cima de você, grito, arranco teus cabelos, você não entende! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Torna-se o caos, eu realmente não queria... mas, você pediu, parece que você não sabe que nós, criadores de meia-vida, somos assim (realmente não encontrei a palavra para encaixar aqui.)?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6325090769518864387?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6325090769518864387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6325090769518864387&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6325090769518864387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6325090769518864387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/qualquer-parte-ii.html' title='Qualquer parte, II'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-5511778191119824324</id><published>2009-08-02T18:16:00.004-03:00</published><updated>2009-08-02T18:26:51.829-03:00</updated><title type='text'>Qualquer parte, I</title><content type='html'>Eu realmente cheguei a acreditar que cada pessoa era uma parte infinitamente pequena, em alguns casos, grande minha. Mas, que besteira. Quando eu vi o quão é bizarro o corte que há dentro da esponja, sufoquei o grito. Já disse a mim mesma que era me oculta... como deveria me definir parte de alguém que esbarro na rua? Arrogância achar isso. Arrogância achar que alguém repara no teu caos, nas tuas coisas, é tudo um bloco fechado. Mas, há dor demais. Tudo têm cheiro de morte. Há &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;ácaro&lt;/span&gt; demais, há pouca vida demais. Eu nem sei porque tento passar parte de alma para alguém, o gosto fica só em mim, minha alma presa entre meus caninos e língua. Somos enganados, é dito: o mundo é belo. o mundo. ah, o mundo! &lt;div&gt;eu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;implodi&lt;/span&gt; em uma porrada de pedaços e, cada um deles, contaminou meu corpo inteiro. Dizem para mim: "Acreditar, acreditar, acreditar" eu juro que não sei mais o que significa. Mas, de alguma forma ou de outra, eu acredito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E fico muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;puta&lt;/span&gt; por perder tudo ou simplesmente bloquear tudo o que queria te escrever, quando soltei do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;ônibus&lt;/span&gt;. E meu grito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;implode&lt;/span&gt; novamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-5511778191119824324?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/5511778191119824324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=5511778191119824324&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5511778191119824324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/5511778191119824324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/08/qualquer-parte-i.html' title='Qualquer parte, I'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4649220550731927008</id><published>2009-07-28T16:17:00.002-03:00</published><updated>2009-07-28T16:21:52.548-03:00</updated><title type='text'>a volta.</title><content type='html'>os olhos ásperos,&lt;div&gt;as mãos molhadas,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o espírito pesado,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e o corpo leve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sorriso moído.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e o sorrir ilumina-se&lt;/div&gt;&lt;div&gt;torna-se:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;os olhos molhados, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;as mãos suaves,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;espírito e corpo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;unidos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sorriso vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4649220550731927008?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4649220550731927008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4649220550731927008&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4649220550731927008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4649220550731927008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/volta.html' title='a volta.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1232516995683368366</id><published>2009-07-13T00:32:00.003-03:00</published><updated>2009-07-13T01:03:39.191-03:00</updated><title type='text'>A_cidade.</title><content type='html'>eu tiro meu café do bolso, tomando todo amargo da realidade.&lt;div&gt;&lt;div&gt;transformando meus sonhos que, um dia, acabariam no mesmo lugar de sempre. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;meus sonhos cheios de ascos, cheio de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;insetos&lt;/span&gt; roendo pedaços, dilacerando moléculas, partes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;minuscúlas&lt;/span&gt; de esperança.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, sim, um belo dia de sol. Um belo dia para as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;bactérias&lt;/span&gt; de fracasso danificarem mais e mais. Ah, sim, o sol. &lt;b&gt;Um Belo Dia de Sol.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sinal está fechado, sim, eu sei perfeitamente que ele está fechado e que estou trinta e cinco minutos atrasado. No final, dará quarenta minutos de atraso. O que são mais quarenta para quem perdeu vinte anos já? Nada, nada. Bebo o café, o quente queima minha garganta, não mexo um cílio demonstrando dor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;As pessoas correm... chego na metade da rua, e fecha de novo. Carros passam. Ah, vida apressada, vida que corre, enquanto a minha se põe e levanta-se no mesmo lugar de sempre, - lembro-me de dizer algo parecido quando descia as escadas de um ex-apartamento de alguma ex minha, &lt;i&gt;"eu não mudo de residência, se você quiser aparecer lá, eu realmente não mudo de residência, você sabe." &lt;/i&gt;ela concordou e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;acrescentou&lt;/span&gt; que era por isso que tinha me largado. Demorei para entender, se o problema fosse mudar de casa, eu mudaria, mas por que cargas d'água terminar? Comprei outro lugar, liguei e fui respondido por um pi, pi, pi... - às vezes, me surpreendo com as coisas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sinal abre e eu chego onde quero. Subo os dez lances de escada, parece que o elevador está quebrado. Vejo vários &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;chicletes&lt;/span&gt; e pedaços de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;melecas&lt;/span&gt; pelas paredes, é incrível como somos estranhos sozinhos... - lembro-me sempre de cuspir no cabelo das meninas que gostava - algo idiota. é o que penso, quando abro a porta para entrevista.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;putamerda&lt;/span&gt;, que mulher linda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sento-me de frente para ela, ela sorri, faz umas trezentas perguntas faltando o pé e a cabeça, e complemento tirando as pernas e os braços. Gargalho na sua frente, ela me olha séria. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Digo&lt;/span&gt; que estou nervoso. Ela repensa e manda-me ir embora. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Sinceridade&lt;/span&gt; é uma droga. Vou embora. Sinal fechado. Atravesso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém grita, eu olho para trás, é ela - o que será que ela está fazendo? - eu paro, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;exatamente&lt;/span&gt;, no meio da rua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Meu nome é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Lilian&lt;/span&gt;, e... uma cigana disse que eu ia te encontrar hoje.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Você acredita nisso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Sim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Por mim, tudo bem. Você está fazendo o quê aqui? - Buzinas berram, motoristas xingam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Eu quero tomar um café. - ela me toma pela mão, os carros passam, dá-me um beijo com os lábios rubros, fico com a cara vermelha e sorrio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, é um Belo dia de Sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1232516995683368366?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1232516995683368366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1232516995683368366&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1232516995683368366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1232516995683368366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/acidade.html' title='A_cidade.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-7368764501405985673</id><published>2009-07-06T09:24:00.000-03:00</published><updated>2009-07-06T09:25:09.849-03:00</updated><title type='text'>rain drops</title><content type='html'>&lt;div&gt;A gota de orvalho cai sobre meus olhos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deu-me um beijinho na ponta do nariz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu nunca mais quis desgrudar dos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;[seus braços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-7368764501405985673?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/7368764501405985673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=7368764501405985673&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7368764501405985673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/7368764501405985673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/rain-drops.html' title='rain drops'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3216278719304713617</id><published>2009-07-06T09:23:00.002-03:00</published><updated>2009-07-06T09:24:47.538-03:00</updated><title type='text'>Propriedade de um.</title><content type='html'>&lt;div&gt;Você é o sol. Sim, desculpe, não sou tão brilhante para seu o Sol. Mal posso me aquecer, mas você me aquece... ah, sim. Você me aquece. Faremos o seguinte, serei sua Lua(instável, deusa, amor, paixão, fases - imutável, pois sempre apareço para você). E tu serás meu sol... ah, já sinto seu calor ao meu lado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seu. Você. Deus. Meu. Meu. Meu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sentimento de posse não foge de mim...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E mais do nunca, lindo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3216278719304713617?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3216278719304713617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3216278719304713617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3216278719304713617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3216278719304713617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/propriedade-de-um.html' title='Propriedade de um.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1941623390296956871</id><published>2009-07-06T09:23:00.001-03:00</published><updated>2009-07-06T09:23:44.864-03:00</updated><title type='text'>O que eu nunca consegui.</title><content type='html'>&lt;div&gt;Eu nunca realmente superei você. Por exemplo, hoje, andei pela rua, olhei uma árvore e pensei em você. Estranho. A forma como você saiu e entrou. É, prefiro deixar na ordem cronológica inversa, porque a dor é sempre mais longa que a felicidade. Temos raros momentos de felicidade ou de alegria, defina como quiser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas... e você foi embora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Continua não mudando os fatos, não importa a ordem... você sempre vai.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos pesadelos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nas divagações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No vazio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por que você tem esse efeito?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Achava que você era destinada a mim, mas isso realmente não explica o porquê de ter ido. Tavlez sempre soubesse que você iria embora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, por que, infernos, eu deixei você aqui?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Puta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo bem, você não é.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas... não serve. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;As lágrimas caem, sinto meu corpo desfalecer... até que...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você surgue.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;                                                   Eu sonho...(?)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1941623390296956871?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1941623390296956871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1941623390296956871&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1941623390296956871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1941623390296956871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/o-que-eu-nunca-consegui.html' title='O que eu nunca consegui.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-6069031351410068093</id><published>2009-07-06T09:22:00.002-03:00</published><updated>2009-07-06T09:23:14.565-03:00</updated><title type='text'>tic-tac, smile</title><content type='html'>&lt;div&gt;Loucura, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela é mulher.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A loucura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Belo nome,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;eu diria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vocês concordam!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, a loucura não &lt;/div&gt;&lt;div&gt;é bela. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já viste tua face?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cruel.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já senti teu toque à&lt;/div&gt;&lt;div&gt;[noite&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso jurar-lhe,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;deu-me calafrios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, então, acordei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e vi que o céu continuava&lt;/div&gt;&lt;div&gt;[azul&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não faz sentido,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não? - Disse Ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-6069031351410068093?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/6069031351410068093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=6069031351410068093&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6069031351410068093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/6069031351410068093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/tic-tac-smile.html' title='tic-tac, smile'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-256960431788911630</id><published>2009-07-06T09:22:00.001-03:00</published><updated>2009-07-06T09:22:41.642-03:00</updated><title type='text'>concreto.</title><content type='html'>&lt;div&gt;Eu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sois - sol (ré, mi, dó)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;você. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Incrível?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Criável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Realidade,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Distorção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;= Felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-256960431788911630?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/256960431788911630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=256960431788911630&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/256960431788911630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/256960431788911630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/concreto.html' title='concreto.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-2555183275419664986</id><published>2009-07-05T02:23:00.004-03:00</published><updated>2009-07-05T02:44:44.647-03:00</updated><title type='text'>"O Teatro Mágico."</title><content type='html'>&lt;div&gt;mágica, mágica! - grita a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;platéia&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mágico sai de seu camarim e diz, bem sério:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Vocês querem mágica? - resposta &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;automática&lt;/span&gt; - Então, mostrarei a vocês uma das mais belas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;magias&lt;/span&gt; da vida, do mundo, da galáxia, da via láctea... - a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;platéia&lt;/span&gt; fica extremamente &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ansiosa&lt;/span&gt;, esperando, aguardando, rasgando papéis de nervoso. Ele vira-se para uma caixa preta, mexe em algo sem perceber, nem sabe o que está fazendo ali. E encontra o quê procurava... dos seus olhos caem lágrimas, vira-se:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Amor. - e as pessoas gritam:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O que é o amor?!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É a vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mas, o que é a vida?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É um teatro. - e todos ficam assustados, palavras estranhas, desconhecidas, sem sentido. E perguntam novamente que tipo de mágica é a essa, o que é um amor, uma vida e um teatro. O mágico, sorri chorando, responde:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O amor é vida, a vida é um teatro, o dono é o mágico e, tudo isso, é poesia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;/&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, o texto é meu. Eu apenas coloquei como título "O Teatro Mágico", por causa da banda. Hm, ótima banda, por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"A Poesia Prevalece."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-2555183275419664986?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/2555183275419664986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=2555183275419664986&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2555183275419664986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/2555183275419664986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/07/o-teatro-magico.html' title='&quot;O Teatro Mágico.&quot;'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-3646180500399280911</id><published>2009-06-28T18:19:00.003-03:00</published><updated>2009-06-28T18:29:56.874-03:00</updated><title type='text'>pasta de dente, um colírio para você.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;Você me pergunta, por que você chora? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;E eu te respondo chovendo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;eu fui feita para chorar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;tudo em mim chora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;Você me olha, e eu digo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;essas mãos - encosto elas em você - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;choram por tudo que eu perco. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;Há em meus olhos poucas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;lágrimas, meu corpo é todo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;água. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;E você sorri,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;minha boca não sorri,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;somente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;Meu corpo todo sorri &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#C0C0C0;"&gt;para você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-3646180500399280911?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/3646180500399280911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=3646180500399280911&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3646180500399280911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/3646180500399280911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/06/pasta-de-dente-um-colirio-para-voce.html' title='pasta de dente, um colírio para você.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-1764301910503449337</id><published>2009-06-28T18:16:00.004-03:00</published><updated>2009-06-28T18:18:29.162-03:00</updated><title type='text'>palpitância.</title><content type='html'>palpita.&lt;div&gt;palmas, palmas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tic-tac, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;seus cabelos ficam belos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;palpite.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;alpiste,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;voe, voe, voe!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;palpito,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;coração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-1764301910503449337?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/1764301910503449337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=1764301910503449337&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1764301910503449337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/1764301910503449337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/06/palpitancia.html' title='palpitância.'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-193600547767918909</id><published>2009-06-23T01:07:00.003-03:00</published><updated>2009-06-23T01:10:54.280-03:00</updated><title type='text'>Notícia tirada de um jornal, part. IV</title><content type='html'>Queria ter um amor eterno igual ao vovô e vovó. Mesmo eles, cegos e sem quase memória nenhuma, há momentos em que as palavras não existem... e sei que eles são eternos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-193600547767918909?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/193600547767918909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=193600547767918909&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/193600547767918909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/193600547767918909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/06/noticia-tirada-de-um-jornal-part-iv.html' title='Notícia tirada de um jornal, part. IV'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2184960758401595154.post-4033867186424105126</id><published>2009-06-23T01:05:00.002-03:00</published><updated>2009-06-23T01:07:23.703-03:00</updated><title type='text'>Alguma coisa, parte I</title><content type='html'>Viver; mas nem sei o que é realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2184960758401595154-4033867186424105126?l=shieldofwords.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://shieldofwords.blogspot.com/feeds/4033867186424105126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2184960758401595154&amp;postID=4033867186424105126&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4033867186424105126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2184960758401595154/posts/default/4033867186424105126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://shieldofwords.blogspot.com/2009/06/alguma-coisa-parte-i.html' title='Alguma coisa, parte I'/><author><name>Lygia Carvalho.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01103778929531729740</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_LUdB1_LKlOI/S-TG1nDeVkI/AAAAAAAAAXM/rnC2EQMopxE/S220/DSC00124.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
